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sábado, dezembro 30, 2006

Observação 

Uma das pechas frequentes que sempre notei no meio nacionalista, curiosamente coexistindo com uma tendência mórbida para a maledicência, é uma tendência oposta, que consiste na autoexaltação complacente, em intermitentes ataques de autoestima exacerbada.
Explicando melhor: muitos nacionalistas quando não estão a tratar-se de traidores dedicam-se a cultivar de uns para os outros a ideia que são todos excelentes, magníficos, geniais, um escol de virtudes em contraste com o mundo conspurcado em que têm de viver.
Evidentemente que tão perigosa e falsa é essa tendência para a todos tratar de patifes e traidores como esse vício oposto de, em doce ilusão, achar que são todos umas criaturas de eleição.
A verdade é que há de tudo, com todos os defeitos que se encontram entre as gentes.
As coisas seriam mais fáceis se este realismo elementar estivesse sempre presente.

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Abandonos e conta corrente 

Acontece frequentemente falar-se de alguém que em tempos alcançou plano de destaque e protagonismo no meio nacionalista e entretanto desapareceu das lides militantes.
E logo surge severa e implacável condenação por parte de indignados julgadores, ardendo em zelo e intransigência.
Quase sempre fico em silêncio a meditar sobre os casos que conheci e conheço, sopesando os méritos dos que desistiram e abandonaram e os daqueles que inapelavelmente condenam.
E quase sempre chego a amarga conclusão: os que automaticamente emitem sentenças de cega condenação têm em geral mais culpas nessas desistências e abandonos do que os próprios que, chegado um momento das suas vidas, fartos de remar sozinhos (ou puxar sozinhos a carroça, sendo certo que não nasceram para burros), acabaram por pôr um ponto final na sua militância activa.
Muitas e muitas vezes isso acontece quando os desistentes atingiram a exaustão total, e sofreram já danos enormes e irreversíveis na sua vida própria, nos planos pessoal, familiar, profissional ou outros.
Os implacáveis condenadores, embora tivessem iguais obrigações, nada sofreram: limitaram-se a deixá-los sozinhos, a observar indiferentes, ou a criticar, quando eles faziam esforços para mobilizar e chamar gente para as tarefas que eram de todos.
Os que abandonaram, e resolveram seguir as suas vidas, fizeram-no muitas vezes cansados da solidão e do abandono, da chocante falta de solidariedade, a que se sentiam votados pelos seus implacáveis críticos, ou seus antecessores.
Estes, os severos julgadores, as mais das vezes nunca abandonaram coisa nenhuma, porque nem sequer começaram.
De maneira que tenho para mim como princípio de justiça e prudência que é melhor avaliar cada um pelo que dá ou deu, numa espécie de contabilidade pessoal. Levemos em conta os créditos a que cada um tem direito. E só pode criticar quem tiver reunido mais créditos a seu favor.

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Os desafios do futuro 

O futuro próximo traz uma fase de testes cruciais aos grupos que aqui e ali mantêm viva uma posição de tipo nacionalista-revolucionário.
Pode dizer-se que representa para alguns deles verdadeiras provas de vida. Se não ultrapassarem com êxito esses desafios fica em causa a sua própria sobrevivência. Mas pode acrescentar-se que para todos representa a entrada numa série de provas de maturidade. Ou as ultrapassam, demonstrando que souberam ascender a um plano real e efectivamente político da sua actividade e organização, devidamente ancorados na sociedade em que se inserem, ou permanecerão com o estatuto de franjas marginais, mais semelhantes a claques de futebol ou gangues de bairro do que a realidades verdadeiramente políticas.
Importa ter presente que frequentemente os movimentos de inspiração nacionalista, ou neofascista, ou lá o que se lhes queira chamar, não obstante momentos de inegável activismo e notoriedade, desaparecem de súbito sem que aparentemente deixem qualquer rasto - como se representassem tão só um fenómeno temporário do crescimento de uns grupos de jovens unidos mais por instintos gregários e excessos hormonais do que propriamente por qualquer ideia política estruturada. Passada a altura dos impulsos gregários, como as borbulhas, a rapaziada entra na vida a sério e esquece essas aventuras ainda meio adolescentes.
Esta a questão que queria colocar com a referência a provas de maturidade. Elas virão, estão aí à porta. Os que as enfrentam devem reflectir, porque só o pensamento, a análise fria e o auto-conhecimento podem fazer a diferença ente os que vieram para ficar e a agitação estéril dos que só duram a idade das borbulhas, como uma espécie de brotoeja passageira.

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Retratos 

A manif
Vinte saguis ridículos, aos saltinhos, saídos directamente da sede do Berloque de Esquerda. Quatro dinossáurios, graves, de bengala, vindos da caverna cunhalista. Uns veados, meneando as ancas. Duas ou três bichas de rabiar. Um mocho sábio. Cinco peruas, emproadas, de muito boas famílias. Umas franguinhas de aviário. Um tubarão, guloso. Três babuínos, de beiçana caída. Uns camaleões, à cautela. Dois hipopótamos, solenes e barrigudos. Umas gatas, acaloradas. O Beato Louçã. A mula da cooperativa. Mais umas osgas estremunhadas, vindas da night. Uns ratos de redacção. Não sei quantos patos.
Todos à uma, em coro desafinado: - Morte ao Fáchismo! Morte ao Fáchismo! Morte ao Fáchismo!

A direita perdida
A crispação, o rilhar de dentes, o sobrolho carregado, o dedo esticado e acusador vibrando de apopléctica indignação - eis o retrato chapado de certa direita com que frequentemente deparamos.
Um bom amigo já falecido, fascista tranquilo e de ironia mordaz sempre a desprender-se do sorriso observador, chamava-lhe a direita roncante.
Disto até à estéril tendência para o sectarismo mais mesquinho, a permanente canelada em família, o virar de costas à vida e à realidade, vai o passo de um anão.
Quantas iniciativas frustradas, quanto esforço perdido, pelo enclausuramento míope, pelo cerrar de portas e o zelo purificador, distribuindo anátemas e excomunhões em barda - à procura do cada vez mais puros, ainda que cada vez menos...

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Solilóquio 

O espírito da época contamina o espírito dos homens. Nos tempos moles, a moleza insinua-se e alastra. Poucos são os que permanecem firmes, inacessíveis ao desalento. A maioria segue a multidão. Não há lugar para o sacrifício, o serviço, a perseverança, o heroísmo.
Mesmo entre nós, só os mais fortes, couraçados psicológica e intelectualmente, persistem e insistem, desprezando ventos e correntes. Mas domina a fragilidade, a inconstância, o cansaço, a desistência, a volubilidade, o entreguismo.
Por isso insisto no fortalecimento do espírito pela preparação ideológica, pela cultura, pela doutrina. Os mais fortes são os que solidamente se protegeram contra o contágio pelo espírito do tempo. A superficialidade e a confusão das ideias trazem a fraqueza das convicções e dos comportamentos.
Daí tanta coisa pelo caminho, tanta iniciativa que mal lançada logo é abandonada, tanta ligeireza nos entusiasmos e tanta facilidade no abandono.
Mas por isso mesmo é preciso que alguns fiquem, para que outros vejam e venham também. E nunca abandonar a caixa de fósforos, e ir acendendo aqui e além pequenas fogueiras ...

Difíceis não são as épocas em que não se pode dizer nada; difíceis são estas em que tudo se pode dizer - mas isso não serve para nada.
O lodaçal tudo absorve, todo o esforço se esvai nas águas estagnadas da indiferença. Há homens, no pântano? Ou apenas espectros, pálidos espectros que se julgam vivos e assim se mantêm?
Nas delicadas e efémeras vivências das horas sombrias, o pântano persiste. Os melhores afastam-se, por vezes para longe, sentindo que o terreno movediço e traiçoeiro não permite a alegria de um passo seguro e firme.
São tempos de monge ou de soldado? Direi que o espírito tem que estar treinado para usar de monge e de soldado. Umas vezes de monge outras de soldado. Umas vezes o recolhimento, longe do que aí está a envilecer a vida, outras vezes o combate, quando só a luta aberta preserva a integridade e a honra.
Muitas vezes, haverá que usar de monge e de soldado, ao mesmo tempo. Monges guerreiros, soldados do espírito.

Quem já anda nisto há muitos anos, difícilmente fica surpreendido com pretensas novidades e pretensiosas originalidades.
Fica no entanto apreensivo: desde sempre os folclorismos foram dos maiores obstáculos ao sucesso das iniciativas sérias nesta área política.
E nunca faltaram, as tentações folclóricas. Como nunca faltaram os mitómanos, os lunáticos, os salvadores, os iluminados, os frenéticos, os providencialistas.
Do frenesim delirante nunca saiu nada de bom; quantos roncantes activistas de uma hora já se sumiram pelo caminho!
Por mim, sigo sempre uma orientação sóbria e segura: ao encontrar mais um brilhante candidato a líder, cheio de grandes palavras, gesticulante e radical, faço-lhe como a uma garrafa de vinho do Porto.
Guardo na cave, arquivo a ficha, e espero alguns anos.

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sexta-feira, dezembro 29, 2006

Um combate necessário 

Nesta fase em que se prepara a legalização dos grupos cívicos que se propõem intervir na campanha contra a liberalização do aborto, informam-se todos os amigos e companheiros que tanto o "Juntos pela Vida" como a "Plataforma Não Obrigada" já têm as assinaturas necessárias para participar na campanha do referendo abortista.
De modo a assegurar que a campanha do "Não" tenha o maior número possível de tempos de antena, é importante neste momento angariar assinaturas para outros movimentos com idêntica orientação.
Sugere-se para esse efeito a plataforma "Diz Que Não", que ainda não atingiu o número indispensável de assinaturas.
Para informações, consultem esta página sobre Recolha de Assinaturas.

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How to make friends and influence people 

Recomendo o diálogo foreiro: TERCEIRA VIA e FORUM PORTUGAL.

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David Irving online 

Está activo o sítio do historiador britânico David Irving.

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Projecto Grifo 

Um sítio a explorar e a acompanhar: Projecto Grifo.

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Guarda de Honra 

Uma nova banda musical portuense: Guarda de Honra.

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quarta-feira, dezembro 27, 2006

Presença de Rodrigo Emílio 

Neste Natal, lembranças de Rodrigo Emílio:
De Martim de Gouveia e Sousa, e d' A Casa de Sarto.
E também a Horas e Deshoras...

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domingo, dezembro 24, 2006

El implacable 

Reaccionarios, integristas y facciosos.

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Permanecer para criar 

A hora de hoje é confusionista e adversa. Reinam os miasmas e as várias formas de opressão. Nós somos um reduto de fiéis, uma simples minoria contra a avalanche dos bárbaros e dos guzanos, hábeis, diabólicos, aliciadores. Mas quando a dissolução e o paganismo dominavam o Império romano (o mundo de então), a minoria cristã soube resistir e criar prosélitos e expandir-se; quando a heresia dos arianos tomou conta dos povos europeus, a minoria ortodoxamente católica resistiu e jugulou-a; quando a Península caiu, de lés a lés, nas mãos dos mouros, a minoria cristã, confinada a um migalho das Astúrias, resistiu e desencadeou dali a Reconquista.
Na História, nenhum estádio é definitivo, nenhuma provação é inultrapassável. Os ventos da História são pretensiosa invenção e grosseiro determinismo de quem nos quer desarmar. «O mundo só tem o sentido que nós lhe dermos», proclamou Schiller.
Lúcidos, fiéis, ardorosos, combativos — acabaremos por vencer.

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quinta-feira, dezembro 21, 2006

A verdade por decreto-lei 

Segundo lemos na BBC, existem leis criminalizando a expressão de opiniões sobre os acontecimentos genericamente designados por "holocausto" pelo menos na Áustria, Bélgica, República Checa, França, Alemanha, Israel, Lituânia, Polónia, Roménia, Eslováquia e Suíça.
Como é natural dado o seu objecto, os tipos criminais assim criados são vagos e imprecisos, podendo servir até para acusar Roger Garaudy por falar dessa matéria como um "mito fundador do estado de Israel", ou para acusar o Abade Pierre por exprimir solidariedade a Garaudy, ou para acusar Bruno Gollnisch por ter dito que essa matéria devia ser deixada aos historiadores e estes deviam poder investigá-la livremente (numa situação em que era notório que estava a tentar libertar-se dos jornalistas interpelantes) ou mesmo acusar Edgar Morin, que até é judeu, por ter criticado politicamente o Estado de Israel. Tudo isso aconteceu.
Devem acrescentar-se às sanções penais as múltiplas formas de sanção social instituídas que atingem, com muito maior generalidade e eficácia, qualquer um que expresse opiniões desconformes com a versão legal. Quem poderá contar com emprego, carreira, ou vida pública, se for sabido que não perfilha incondicionalmente a versão legal, ou até simplesmente que discorda da imposição de uma versão legal sobre o passado?
Esta situação é que constitui um facto político de extraordinária relevância. E também a nível da ciência jurídica se imporia encarar o facto como objecto de estudo.
Estamos notoriamente perante um fenómeno que é único, do ponto de vista político como do ponto de vista jurídico, e de importantíssimas consequências e implicações.
Mas sobre isto ninguém parece querer falar.
É mais fácil, e confortável, barricar-se na versão legal, e cobrir de impropérios quem questione ou interrogue.
Não pode esquecer-se porém que sobre a questão histórica em si não é sequer possível falar nem discutir. Para além das limitações próprias de cada um existem também as limitações que referimos: há versões que são legais, mesmo obrigatórias, e outras que são proibidas. Há opiniões que são anátema, há posições que conduzem ao ostracismo rigoroso.
É uma situação de debate impossível: um dos interlocutores pode sempre chamar a polícia.
Circunstâncias estas que também não têm paralelo em nenhum outro tema da história ou da cultura no Ocidente.

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quarta-feira, dezembro 20, 2006

As coisas que os jovens descobrem 

Leia-se aqui a odisseia: em busca dos livros proibidos.
Não sabe a autora metade...
Já agora, o autor interdito de que se fala no texto é Daniel Estulin.

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David Irving vai ser libertado 

A notícia do dia no que se refere aos temas escaldantes do "revisionismo" e do "holocausto" é a próxima libertação de David Irving, em liberdade condicional.
Ao que parece o historiador britânico só cumprirá efectivamente um ano dos três anos de prisão em que havia sido condenado, saindo em regime condicional pelo tempo restante.
Recorde-se que Irving foi condenado por um tribunal austríaco por um delito de opinião (teria manifestado a sua convicção da inexistência de câmaras de gás para extermínio humano em Auschwitz) o que segundo a acusação teria feito durante uma conferência proferida numa anterior visita à Áustria, ocorrida 17 anos antes.
Isto parece muito difícil de compatibilizar com tudo o que se costuma ensinar nas Faculdades de Direito, no que se refere a princípios basilares do Direito, e com tudo o que se pode ler nas declarações europeias ou universais sobre os direitos do homem, mas trata-se realmente disto: a matéria provada que constituiu o crime traduz-se em que o arguido, que é escritor e historiador conhecido, expressou uma opinião sua, numa conferência para umas dezenas de pessoas, ocorrida há 17 anos atrás...
Compreende-se o embaraço do sistema de justiça austríaco; o que não se compreende é o desembaraço de tantos comentadores ligeiros.

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A frase do dia 

«Anti-semita, antigamente, era alguém que odiava os judeus; agora é alguém que os judeus odeiam
(Colhida no magnífico DRAGOSCÓPIO)

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Presidenciais francesas 

Notícia-bomba na corrida presidencial francesa: Bruno Mégret e Jean-Marie Le Pen anunciaram juntos a sua "reconciliação pessoal e política".
O que parecia impossível depois da grande cisão de 1998 e da guerra que se prolongou desde então foi agora consumado: Bruno Mégret anunciou formalmente que desiste de se apresentar às presidenciais e que apoiará a candidatura de Jean-Marie Le Pen.
Seja qual for a sequência dos acontecimentos, para já é o facto político mais marcante da pré-campanha.

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terça-feira, dezembro 19, 2006

O Fogo da Vontade 

Um novo sítio internético para descobrir: O Fogo da Vontade.

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Livrarias 

Nesta quadra em que é costume comprar mais livros (apesar do analfabetismo impante que alastra de alto a baixo em todos os escalões da nossa progressiva sociedade) venho recomendar algumas das melhores livrarias em linha que conheço.
Percorram os catálogos de:
LIBRE DIFFUSION
LIBRAD
PYRE LIBROS
NUEVA REPUBLICA
LIBRERIA EUROPA
DUALPHA
E fico por aqui porque só estas já dispõem de uma oferta capaz de satisfazer os mais exigentes.

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Itinerário 

O importante é cada um identificar-se completamente com o seu próprio caminho.
Saber o que pretende fazer, e nunca perder de vista o objectivo.
A cada passo surgem distracções, mas é preciso não nos distrairmos.
Se soubermos sempre distinguir o essencial do acidental, não nos perderemos em divagações estéreis e vãs, que nos consomem o tempo e as energias.
É preciso prosseguir a marcha, de forma firme, tranquila e segura, sem ficar preso nas armadilhas do percurso.
Não corram a foguetes, não se esgotem em escaramuças, não permitam que os vossos passos sejam guiados por quem vos deseja no abismo.
O que importa é saber o caminho, e identificar-se com ele a cada momento, com indiferença a teias e laços.
Que a vossa atenção não se deixe iludir por falsas luzes ou sinais, por solicitações enganosas, para becos sem saída ou ciladas traiçoeiras.
É preciso continuar, com serenidade e lucidez, no nosso próprio caminho e ao nosso próprio ritmo.

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segunda-feira, dezembro 18, 2006

Lugares bem frequentados 

Aconselho a Legião Vertical e o Democracia.

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sábado, dezembro 16, 2006

Forum Terceira Via 


Um forum sobre Portugal e o mundo: TERCEIRA VIA

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Forum Portugal 


Pela Independência Nacional: FORUM PORTUGAL

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Frente renovada 

Com novo impulso e casa arrumada, voltou o Nova Frente.
Confesso que gosto mais dele assim. Aquela cantareira era um bocado assustadora.

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Política criminal 

Batalha-se pela descriminalização do consumo das drogas, anuncia-se a descriminalização dos cheques sem cobertura, prepara-se a descriminalização do aborto.
A onda é descriminalizar.
Qualquer dia, crime mesmo é só fumar e ter dúvidas sobre o "holocausto".

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Revisionismos 

Está na hora de rever o Admirável Mundo Novo!

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sexta-feira, dezembro 15, 2006

Mensagem do Presidente 

Uma mensagem para a época, do Presidente do PNR:

Eis que mais um ano chega ao fim, e com ele o Natal, as festas de família e a época das compras.
Magras compras, num país cujo povo é explorado e vive com crescentes dificuldades, assistindo, passivo, ao saque, ao roubo por parte dos detentores de cargos públicos. Os de sempre...
Além da crise económica e da crise dos valores, vivemos uma profunda crise das mentalidades que, imposta pela mediocridade e desgovernação do regime, vai provocando a erosão dos valores e referências da Nação, da Cultura, da Tradição e da Identidade de Portugal.
Nós Nacionalistas, temos que ser testemunho dos Valores Nacionais e antídoto contra a colonização cultural e perversão de hábitos e costumes.
Nós jamais embarcaremos em celebrações absurdas, como por exemplo o Halloween e outros americanismos semelhantes, por um lado, ou em compras aparentemente baratas - mas que saem muito caras! – no comércio chinês, por outro.
Vamos, nesta quadra natalícia, comprar de preferência o produto nacional e no comércio português.
O comércio tradicional precisa da ajuda de todos nós e nós precisamos da Tradição!
Vamos nesta quadra natalícia, dar mais vida aos costumes e tradições das nossas famílias, da nossa Nação, da nossa identidade.
O Nacionalismo não é feito apenas de combate – indispensável ! – ao sistema da destruição nacional, mas também de pequenos actos diários de coerência.
Vamos dar e espalhar esse exemplo!

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Le parti de tous les français 


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Avec Jean-Marie 


O já famoso clip da cantora malgache do Front National, Isabella.

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Uma campanha em crescendo 


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Ana Rita Borges 


A pintora do "espírito céltico": Ana Rita Borges.

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Diogo Freitas da Costa 


A página pessoal de um grande artista: Diogo Freitas da Costa.

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Nuno Castelo-Branco 


A página pessoal de um grande artista: Nuno Castelo-Branco.

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Um Mundo de Gaitas 

Exposição de Gaitas-de-fole no Museu Nacional de Arqueologia:
O Museu Nacional de Arqueologia, situado no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, acolhe a partir de Dezembro de 2006, a exposição "Um Mundo de Gaitas", da Associação Gaita-de-foles.
A exposição dá a conhecer vários exemplares de gaitas-de-fole de todo o Mundo, demonstrando a sua grande diversidade de formatos, materiais e tecnologias, nos muitos contextos culturais onde este instrumento tem presença.
Desde a Gaita-de-fole de Trás-os-Montes, à Gaida da Bulgária, ou a Great Highland Bagpipe escocesa, passando pela Mezoued da Tunísia à Säckpipa sueca. Uma oportunidade para, neste Natal, levar a família e amigos a descobrirem o Mundo da Gaita-de-fole.
A exposição itinerante, concebida em 2004, por ocasião do IV Encontro Nacional de Gaiteiros, destaca as gaitas-de-fole portuguesas, com exemplares autênticos destas e de outras gaitas-de-fole de todo o Mundo, complementados com a presença de infografia que explica a distribuição e um pouco da história e dos segredos destes instrumentos.
Em exposição estão também vários materiais e ferramentas usados na construção de gaitas-de-fole.
Não se esqueçam de visitar também o Museu Nacional de Arqueologia.

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Haja renovação 

Temos o Flama Eterna, o Admirável Mundo Novo, o Bombas, o República dos Desalinhados...
Todos jovens já veteranos nas lides blogosféricas, a prometerem continuidade e presença cada vez mais importante. Estou a ver que tenho que fazer uma revisão nas ligações ali ao lado, para retirar uns mortos e destacar os vivos.
Destaque também para a novidade dos últimos tempos, o forum TERCEIRA VIA, local de encontro e convívio à disposição de todos.
Tenho pena de não ter tempo para acompanhar o crescimento da presença nacionalista na net, mas é consolador verificar que essa presença vai sendo assegurada por outros. Oxalá se intensifique a consciência da importância que têm esses lugares para o desenvolvimento de um movimento de ideias efectivamente difundido e influente em áreas cada vez maiores da opinião pública, e publicada.

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Jantar de Natal dia 23 Dezembro 

No dia 23 de Dezembro irá realizar-se em Lisboa um jantar de Natal, para uma vez mais estreitar os laços de camaradagem entre os nacionalistas portugueses.
Informações no PNR.

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quarta-feira, dezembro 13, 2006

Alfredo Pimenta na Gulbenkian 

Está a decorrer até 22 de Dezembro a FESTA DOS LIVROS GULBENKIAN 2006, que funciona de Domingo a quinta-feira entre as 12.00h e as 22.00h, e à Sexta-feira, sábado e feriados entre as 12.00h e as 24.00h, no Piso 02 da Sede da Fundação,
A Fundação Calouste Gulbenkian é a depositária do fundo bibliográfico de Alfredo Pimenta e nesta festa estão à venda os 3 volumes relativos ao "Fundo Alfredo Pimenta", por 12,50 cada um.
Trata-se de um instrumento de trabalho e uma fonte de informação valiosíssimos, permitindo tomar conhecimento com a imensidão do trabalho de Alfredo Pimenta, sempre surprendente mesmo para quem pensava já fazer uma ideia.

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terça-feira, dezembro 12, 2006

Também no Minho 

Mobiliza-se o país inteiro no combate necessário pela afirmação da Vida: surgiu agora a associação Minho Com Vida, destinada a promover o Não no próximo referendo sobre o aborto.

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TERCEIRA VIA 

Vamos fazer deste fórum um amplo centro de debate de idéias, para isso precisamos da colaboração de todos.
Divulguem, escrevam e comentem no fórum: TERCEIRA VIA.

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Aos leitores 

O semanário "O Diabo" de hoje honrou este blogue com a simpatia da sua atenção.
Para os leitores fica a obrigação de ir ler "O Diabo".

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Para os de Aveiro 

O movimento "Liberalizar o Aborto? Não!", fará a sua apresentação esta Terça-Feira, dia 12 de Dezembro, no Auditório do IPJ, na Rua das Pombas, junto ao estádio Mário Duarte. A sessão começará às 17:30.

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segunda-feira, dezembro 11, 2006

Nacionais e identitários 

Progressivamente mais recheados apresentam-se os locais da Causa Nacional e da Causa Identitária.
É preciso apoiá-los constantemente, continuam a ser exemplos raros e preciosos do trabalho crucial que é preciso desenvolver e incrementar.
Estamos tão longe de alcançar uma influência efectiva e determinante na formação de opinião!
A propósito, os caríssimos amigos já esgotaram as mais recente Edições Falcata?

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Um texto notável 

Religião do Individualismo - Natalidade, aborto e depressão, rumo ao suicídio assistido.

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domingo, dezembro 10, 2006

Pinochet e a História 

A verdade permanecerá: Pinochet foi o responsável pela mais marcante derrota infligida ao comunismo internacional após a Guerra Civil Espanhola.
O comunismo, que rompera em força na cena internacional com a revolução soviética de 1917, expandiu-se logo depois numa sequência impressionante, fiel ao seu programa anunciado de fazer a revolução à escala universal.
Foi então detido precariamente pela reacção na Alemanha e na Itália.
E foi vencido mais decisivamente em Espanha numa cruenta guerra civil em que se jogou grande parte da história futura.
Ao acontecido em Espanha ficou a dever-se também a impossibilidade de êxito em Portugal.
Mas depois, a partir de 1939/45, recomeçou o ciclo das vitórias, num alastrar que parecia irresistível.
De 45 até 1973 foram só vitórias: o comunismo espalhava-se pelo mundo, numa dinâmica imparável, e onde se implantou não mais cedia um milímetro. Desde Berlim a Pequim, metade da Europa e a Ásia quase toda estavam subjugadas a ditaduras vermelhas.
A África e a América do Sul pareciam seguir o mesmo caminho.
Deram-se então os acontecimentos do Chile. Com a derrota de 1973, deu-se início ao "roll-back": a partir daí, a expansão comunista na América do Sul ficou definitivamente derrotada.
Só posteriormente viria o descalabro do final de 80, com o colapso do império soviético, mas até lá muito sangue e sofrimento haveria ainda de passar, na Ásia, África e Europa, e ainda assim surgiriam transitórios triunfos da besta, do Vietname a Angola, antes que o monstro fosse definitivamente relegado para as páginas da História.
O sinal dado pela revolução chilena, o marco histórico erguido no Chile, ficou irreversivelmente assinalado como um passo decisivo na História da Humanidade.
Pensem nestes factos quando depararem com as erupções de ódio destrambelhado que se notam nos órfãos de Lenine sempre que se evoca a Guerra Civil Espanhola ou a Revolução Chilena.

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PARA UMA ALTERNATIVA 

A insistência nas causas profundas da crise ou decadência nacional contemporânea - o espírito do arrivismo, oportunismo e amoralismo sistemáticos, de uma classe dirigente sem princípios nem objectivos comunitários - leva à consideração de uma alternativa consubstanciada na restauração, numa perspectiva metapolítica, de uma ética e de uma concepção do mundo, do Estado, da Sociedade, como corpo de valores anterior à formulação pragmática das soluções. Mas esta ética ou concepção metapolítica não pode ser confundida nem com uma ideologia - uma mundivisão com tendência para o reducionismo e para o receituário programático geral - e ainda menos com uma cartilha de postulados preceituais, que encerram, magicamente, a verdade das verdades. A vivência ética do Estado e da Política não se corporiza nem espartilha em dogmas ou vademecuns, mas realiza-se na pesquisa e na realização existencial dos Valores, admitindo a prova contraditória e aceitando o juízo e a sanção da comunidade.
A reforma (ou revolução) intelectual e moral do País é, pois, a condição sine qua non, da restauração nacional. Assim como as falsas concepções e os pseudovalores trouxeram a dependência e a decadência, assim as perspectivas de uma política do real hão-de trazer o quadro mental para as soluções.
Tendo uma opção de teoria e valor, a sua dinamização social e comunitária depende dos seus suportes humanos, entendidos como os núcleos de intelectuais, de quadros, de militantes, de cidadãos activos e capazes de entrega e de serviço. Nesta pista haverá que procurar naqueles grupos que fizeram a prova de fogo da generosidade e da dádiva cívicas - como os combatentes - ou que por condição geracional estão libertos da teia manipuladora e paralisante das dependências e interesses criados - como os jovens - a massa crítica de recrutamento dos elementos para uma acção política renovadora. Os núcleos de mobilização e aglutinação de tais forças - ligas, núcleos universitários, movimentos - deverão ser dinamizados e projectada a sua acção numa perspectiva independente mas de convergência unitária, com base num projecto que seja em princípios, em valores e em estilo frontalmente distinto e alternativo à classe política.
A crise nacional tem também, na sua raiz, uma «traição dos intelectuais». Muitos dos mandarins e literatos empenharam-se,, no contrapoder e no grupo de pressão marxizante e, no seio do actual regime, constituíram lobbies que se anicham nos media, nos institutos e nos centros de poder e intoxicação da mediocracia partidocrática, contribuindo para manutenção do statu quo onde, ao lado de tecnocratas e burocratas do sector público e da direcção político-económica do sistema, participam na classe política. Que os intelectuais patriotas e independentes, dentro e fora da Universidade, constituam o contrapoder e a contracultura do sistema, contribuindo para revolução cultural nacional, eis a resposta ao sistema e o seu modo ideal de servir. E numa época propícia, já que, por todo o mundo euro-americano (e entre nós por reflexo) se observa uma decadência do modelo evolutivo e das suas várias versões, que só têm servido para aprisionar ou empobrecer os povos, e uma expectativa de regresso ou instauração das grandes certezas e valores comunitários.
O tempo é escasso e os perigos múltiplos nesta década e meia que nos separa do milénio. Entregues a uma alternativa diabólica dentro do regime - entre os moderados thermidorianos que, cada vez mais isolados ocupam o poder, e os maximalistas radicais que já entraram nos caminhos da desestabilização e da conspiração para o assalto ao Estado - todos os portugueses, patriotas e independentes, que cuidam do bem da Pátria, da continuidade da Família, da defesa das liberdades reais, têm de intervir, com disciplina, com lucidez e com coragem na vida pública, sacrificando os seus gostos e as suas repugnâncias circunstanciais, para cumprir o seu dever.
Só assim sobreviveremos como Nação; só assim podemos continuar como homens livres.

Jaime Nogueira Pinto (1985)

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O REGRESSO AO MISTÉRIO 

Porém, também em outros campos do pensamento verdadeiramente vital se assiste a uma importante ruptura e renovação. Na Etnologia, na Filosofia, na literatura, na Metaciência, abre-se desde o princípio do século um novo espaço ontológico, um domínio do Ser e do Sagrado em que se reconhece, implícita ou explicitamente, a impotência da Razão. Surge outra vez a consciência dos limites da capacidade humana para conhecer e perceber. Se no período anterior o campo dos problemas invadiu o campo dos mistérios, hoje volta a Zona do Mistério para além da Zona do Problema.
Na Etnologia, Mircea Eliade procura as bases perdidas pela Antropologia, demasiado racionalista e positivista. Na Metaciência, René Guénon e Jullus Evola revêem os mitos, os fundamentos valorativos, revisitando o Sagrado e os altos valores da Tradição Humana. Na Filosofia Antropológica, Arnold Gehlen faz um exercício completo sobre a Cultura e a disciplina superadora, que assegura a manutenção da civilização. Contra o mito rousseauista não cessa de exigir um regresso à cultura., opondo-o ao reaccionário ensinamento que proclama o regresso à natureza como factor de redenção.
Na Filosofia, Max Scheller, Husserl, Heidegger, Jaspers, continuam a apontar uma linha de procura do absoluto e de superação da razão eficiente.
Na Psicologia, Jung, Jensen, Eysenck, Bertalanffy, voltam aos fundamentos biológicos (aos instintos) e extraem consequências da Genética contemporânea e da Etologia, todas fundamentais para a nossa mundovisão.
Pouco a pouco, todos os campos científicos se vêem afectados pela revolução silenciosa e pela necessidade de recorrer às novas descobertas para explicar e entender o Real.
Entretanto, o Deus Vivo, Aquele que é, que fora afastado pela ciência racionalista que tudo explicava pelas relações mecânicas e os modelos hidráulicos, entra novamente no campo do Saber pela mão dos grandes Físicos. O milagre, que tinha sido banido por decreto - tudo funcionava como um relógio sem necessidade de zelador - insinua-se hoje no plano dos quanta através da formulação de Werner Heisenberg, ou seja, através do indeterminismo básico de toda a construção universal. Grande é a liberdade das coisas materiais, que não estão acorrentadas às sábias doutrinas de causalidade fechada. Grande e sábio é o construtor de tão grande mistério, que na própria base tem o Mistério.
É talvez por isso que hoje em dia as mais belas páginas de espiritualidade se encontrem nos grandes físicos ocidentais que se revelam ao mesmo tempo como grandes crentes da Sua Sabedoria. Não assegurou Cristo aos judeus, que o perseguiam por ter curado ao sábado o paralítico, “Meu Pai trabalha continuamente e Eu também trabalho»? Esta operação contínua de conservação não pode encontrar melhores entendedores que os que trabalham na fronteira do indeterminado.
Esta onda renovadora que traz muito de ruptura, não pode deixar de ter consequências práticas, político-sociais, ou seja, encontrar formulação e concretização a nível do social. Os elementos superadores da Velha Mundovisão estão disponíveis num corpo de conhecimentos verdadeiramente revolucionários que fundamentarão uma nova visão do mundo, e da vida. E as novas linhas sociais, económicas, políticas, espirituais, demográficas, não podem colidir com o acervo científico acumulado por centenas de ignotos investigadores. Ao contrário, as teorias, as explicações, a prática, terão de ir ao encontro desse saber, procurando aí as respostas para as suas perplexidades. Para a edificação de estruturas político-sociais estáveis, onde o homem reintegrado na sua herança natural e cultural, possa viver feliz.

António Marques Bessa (excerto de "Ensaio sobre o Fim da Nossa Idade")

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REFLEXÃO SOBRE A ELITE 

A desigualdade individual origina no plano social uma divisão entre fortes e fracos, já constatada por Duguit. Os fortes capturam os poderes sociais (político, ideológico, económico) e governam a maioria da população. É o fenómeno das elites dirigentes e dominantes, da hierarquia, que tão bem evidencia a análise da sociedade animal. A reflexão mais desapaixonada sobre esta matéria foi efectuada pela escola sociológica italiana, com Vilfredo Pareto, Gaetano Mosca e Roberto Michels. Estes autores provaram a perenidade da minoria, a minoria poderosa, que impõe a sua vontade sobre a maioria dando-lhe a impressão de ser ela a decidir e a governar.
Analisando a sociedade e o homem tal como eles são, estes autores anteciparam-se de quase meio século às realidades científicas do nosso tempo. Identificaram correctamente os detentores do poder real e formularam as leis segundo as quais decorre a disputa da força. Identificaram igualmente as justificações mais ou menos elaboradas que a minoria criou para o seu poderio e chamaram-lhe fórmula política. Dizer que o poder lhe vem de Deus, ou do Povo, ou que é do autocrata a título de conquista, são tudo razões óptimas desde que operem e cumpram a sua função justificativa. Acontece que hoje as fórmulas políticas são as ideologias e nelas não há, como se viu, o menor grão de credibilidade. Está por nascer a fórmula política do nosso tempo, que reduza democracia e socialismo, social-democracia e marxismo, a meros trastes velhos da história da pulhice do homo sapiens.
Os autores que situam correctamente estes problemas numa análise neomaquiavelista são poucos. Todos ainda preferem as visões românticas e penetradas pela ideologia, justificativas em última análise do poder da minoria actuante ou da minoria que aspira ao poder. Contudo, com o desaparecimento desses grandes vultos do pensamento político, não é menos certo que ficaram certos autores que importa conhecer e que reflectem, na Teoria Política, a revolução intelectual a que se assiste noutros campos do saber. Carl Schmitt, o velho professor alemão, James Burnham, Wright Mills e Julien Freund, chegam para assegurar um exercício impecável em matéria de realismo político e transparência de concepção.
As minorias, portanto, longe de se confundirem com a multidão, são pela sua organização e coerência o único fermento social de mudança e poder. Só caem para ceder o lugar a outras, de modo que a História não passa de um velho e enorme cemitério de oligarquias. A lei de ferro da oligarquia, formulada por Michels, apenas se faz eco desta constatação empírica, tão desagradável aos doentes do igualitarismo acéfalo, fervorosos crentes no alibi da tábua rasa.
António Marques Bessa (excerto de "Ensaio sobre o Fim da Nossa Idade")

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Uma causa para todos 


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sexta-feira, dezembro 08, 2006

Nacional e identitária 

Dois blogues do Ribatejo: Santarém Nacional e Santarém Identitária.
E amanhã é o dia do encontro na Golegã!

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quinta-feira, dezembro 07, 2006

Outras vias 

Aconselho a digressão pelo Admirável Mundo Novo, por Bombas, Minas e Armadilhas, pelo Vanguarda Nacional, pelo Alma Pátria, pelo Anti-Comunismo.
O combate continua, tranquilamente, e temos que procurar todos os dias os caminhos do futuro.
Por blogues ou foros, a cibermilitância tem que impôr a presença das correntes nacionais.
Se a net é o futuro, que a net seja nossa!

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terça-feira, dezembro 05, 2006

Forum Terceira Via 


TERCEIRA VIA

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Ezra Pound 

Artigo do Dr. Mendo Castro Henriques sobre Ezra Pound, no Duas Cidades. A ler.

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Proposta para nova Lei da Televisão: ERC ou PREC? 

Um excelente artigo de "Augusto Silva", um incógnito articulista que o publicou no PNR:

O PNR convidou-me, através da sua Comissão Política, a comentar a proposta do governo para a nova Lei de Televisão, convite ao qual acedi, apesar de não ser um consumidor de televisão. Sou, no entanto, um daqueles que em Abril de 74 gritou "liberdade" mas que, rapidamente, se apercebeu dos contornos da tal "liberdade" que era, dia após dia, enviada para o caixote do lixo.
Foi isso que concluí na altura quando ouvi as declarações de lamento por não se ter fuzilado uns quantos no Campo Pequeno, era isso que me vinha à cabeça enquanto lia os editoriais de Saramago no DN, a propósito dos saneamentos, onde assumia claramente a censura oficial que tanto criticou no Estado Novo, foi todo o clima que se instalou, pela mão de apenas meia-dúzia, e que tanto criticavam no regime que, diziam, acabavam de depor. Resumindo, rapidamente me apercebi da (dura) realidade para a qual caminhava o nosso país; liberdade quase zero, censura quase total, anarquia quase plena, tudo devidamente pintado em tons de vermelho, que era a cor da anunciada salvação.
Foi um «reviver o passado» o pesadelo que vivi há dias quando tomei conhecimento da tal proposta de Lei de Televisão e subsequentes declarações do meu homónimo, Ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva. Até a sigla da instituição que vai ficar encarregue de colocar em prática essa tal Lei me fez tremer; ERC, lido e não soletrado, soa demasiado a PREC, oh pesadelo!
Diz Fialho Gouveia, na edição de 1 de Dezembro do Jornal SOL, que somos agora «um pouco mais livres» porque a nova Lei é «mais liberal do que a actual no que diz respeito a eventuais conteúdos pornográficos e violentos». Só que está enganado, o ilustre escriba comentador, porque «ser mais livre», ao contrário do que nos quer fazer crer, não é ver mais violência ou pornografia, mas sim ter o direito de poder escolher ver, ou não, tais conteúdos. E é em sentido contrário ao «ser mais livre» que esta proposta caminha, porque não aumenta a liberdade - de informação - mas limita-a, ainda por cima pela mão do governo.
Aliás, o comentário de Fialho Gouveia parece evitar - talvez propositadamente, quem sabe - a verdadeira essência da nova proposta, esquivando-se a comentar aquilo que está realmente em causa, até porque o próprio Ministro referiu em entrevista qual o objectivo principal dessa nova Lei, que nada tem a ver com violência ou pornografia ou qualidade de conteúdos, aliás como o próprio Fialho Gouveia referiu. O objectivo declarado, anunciado pelo próprio Ministro, é o de se pretender silenciar «os xenófobos», obrigando ainda que os jornalistas «se inibam de fazer comentários favoráveis às suas manifestações»!
Só que não ficou explícito, na proposta do Governo, qual é a definição de «conteúdo xenófobo» ou «difusão de programas que incitem ao ódio racial, religioso, político ou sexual». Será que condenar uma das partes no conflito do Médio Oriente se encaixa numa dessas definições? Será que fazer referências ao terrorismo islâmico é ódio religioso? Será dizer mal da Administração Bush e, por conseguinte, da política externa norte-americana e israelita, xenofobia? E opinar, negativamente, sobre as falsas promessas de Sócrates, será ódio político? Será ter uma opinião diferente do Governo no que respeita à imigração? É que, até neste capítulo, partidos como o PNR nem têm uma posição assim tão diferente dos partidos do Sistema, a maior parte dos quais defendem uma determinada quota para a entrada de imigrantes, sendo que os tais «xenófobos» apenas defendem uma quota... diferente.
Ficam portanto por definir claramente quais os critérios que consideram uma manifestação como xenófoba e que momento ou condições devem «inibir um jornalista de fazer comentários favoráveis» a esse tipo de manifestações, sabendo-se no entanto que quem vai aplicar esses critérios de forma "ad-hoc" é a tal ERC, nomeada pelo poder político, e não um Tribunal ou Juiz.
Mais do que proibir, efectivamente, que se falem nessas «manifestações xenófobas», parece-me claro que isto se trata sim de uma ameaça, um sério aviso aos jornalistas que ousarem comentar livremente assuntos que o poder político considera «xenófobos», e portanto reprováveis, e mais do que isso deixar bem claro que o Governo, através da ERC, quer ter palavra activa não no capítulo da qualidade - porque não foi ao «Big Brother» ou ao «Esquadrão G» que o Ministro se referiu - mas na selecção da informação e respectivos comentários que são disponibilizados ao cidadão.
Claro que, se confrontados com esta realidade, ou com as palavras do Ministro a propósito, também se obterá em resposta as minúsculas alíneas da tal proposta que «não referem nenhuma censura» - tal e qual fizeram a propósito da promessa de não haver portagens SCUT, quais vendedores de «time-sharing» ou mediadores de seguros, «porque isso estava bem explícito no programa do governo» - pois, claro...
Já era assim com a propaganda do Governo na televisão pública mas, com esta Proposta de Lei, consegue-se estender o tentáculo às restantes televisões. Do mal o menos, e essa ameaçadora influência restringe-se "apenas e só" às televisões - como se isso fosse pouco! - senão imagine-se o dilema de Pacheco Pereira ou Nicolau Santos quando, numa próxima ocasião, quiserem comentar "um arrastão", daqueles que não existem, ainda por cima com provas e factos como fez o jornalista do Expresso. Será tal atrevimento, depois de aprovada esta proposta, odioso racismo ou simples xenofobia?! Talvez as duas, dirá a ERC...
Resumindo, na minha opinião esta proposta trata-se de uma inadmissível ingerência política, desprovida da mais elementar justiça, na forma como os jornalistas podem, ou devem, tratar estes assuntos. E tal trata-se, na minha opinão - se é que (ainda) a posso dar - não só de um sério aviso e um retrocesso na liberdade de informar mas também, como disse Serra Lopes na mesma edição do SOL, «uma disposição sem consequências práticas» - além da tal ameaça, acrescento eu - que «só serve para revoltar os mais liberais e dar uma grande alegria aos salazaristas». Nem isso, Dr. Serra Lopes, nem isso... Deveria, isso sim, revoltar todos nós, todos os portugueses a quem este pesadelo faz lembrar o filme de terror que foi o PREC, e que não desejam, sob nenhum aspecto, retroceder novamente para algo semelhante a esse período conturbado - para ser simpático com as criaturas da altura.
Como disse o Prof. Soares Martinez, mais do que um direito temos - todos nós - o dever da revolta!

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segunda-feira, dezembro 04, 2006

Só são vencidos os que desistem 



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domingo, dezembro 03, 2006

Outra Alameda Digital 

Apareceu já o terceiro número da Alameda Digital.
Acrescenta-se que as restantes edições em arquivo continuam à disposição dos interessados na leitura.
Para ler e divulgar, se faz favor.

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Colectivos 

Depois do tempo em que os blogues eram coisa estritamente individual, generaliza-se agora a experiência do blogue colectivo.
Vejam-se os exemplos Pela Vida, Jantar das Quartas, República dos Desalinhados, O Futuro Presente, Terras de Mármore.
Será este o caminho do sucessso? Vale a pena tentar. Não se perde nada em experimentar novos modelos, e a verdade é que o conformismo e a rotina são estagnação.
Força, pois, para as novas experiências (Terceira Via, novas vias - abram-se vias!!).

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Terceira Via 

Surgiu em linha um novo forum: Terceira Via - Um fórum sobre Portugal e o Mundo.
Sugere-se a visita e a participação!

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sexta-feira, dezembro 01, 2006

Discorsi 


Com um posfácio do Prof. António José de Brito intitulado “A Actualidade do Fascismo”.
Quem pretenda um exemplar deve fazer o pedido para Edições Réquila:
plaatz88@yahoo.es

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Real Panteão dos Bragança 


Pedidos a: Antília Editora Lda.
Rua 15 de Novembro, 43 - 2.º
4100-421 Porto
Email: antiliaeditora@gmail.com

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Videosfera 

Um potencial enorme a ser explorado é oferecido pelo Youtube.
Desafio todos os leitores que ainda não se tenham apercebido do facto a irem até ao
www.youtube.com e verificarem o excelente trabalho de participantes como, por exemplo, Pontificado, realso, KonradKruger, nunocarvalho, molezas, mamifero, fnsul, leandrotelesrocha, fep, e outros que não recordo agora. Basta fazer uma pesquisa, e ver os videos.
É já um belo trabalho, e seria de todo o mérito continuar.

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1º de Dezembro 


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Lembrar Salazar 


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