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segunda-feira, abril 30, 2007

Entre as brumas da memória 

Destaque também para o MANLIUS.

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Em Abril, prisões mil 

Um novo sítio, para recordar as prisões políticas após o 25 de Abril:
http://abrilprisoesmil.googlepages.com/

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28 de Abril em Santa Comba Dão 


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28 de Abril 


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1º de Maio 


Manifestação 1 de Maio 16 horas Largo do Rato
Desfile até ao Marquês de Pombal e discurso do Presidente do PNR
A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são "bandeiras" que os Nacionalistas reclamam para si.
Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral. É uma "jornada de luta pelo Trabalho Nacional":
- Porque nos importa a dignidade do trabalhador português;
- Porque defendemos os empregos com salários justos para os portugueses;
- Porque trabalhador, é o assalariado, assim como o profissional liberal e o patrão;
- Porque defendemos as empresas portuguesas;
- Porque defendemos a nossa agricultura, pescas, comércio...;
- Porque defendemos os meios de produção e sectores estratégicos nas mãos da Nação.
Por tudo isto, combatemos a ideia comunista de luta de classes e exaltação do proletariado.
Pelo contrário, exaltamos o proletariado, sim, mas em conjunto e em pé de igualdade de dignidade com todos os restantes agentes do Trabalho Nacional.
Porque a Nação precisa de todos os portugueses. Porque todos os portugueses devem, em conjunto, engrandecer a sua Nação.
Por isso, no dia 1º de Maio, vamos proclamar bem alto:
Os portugueses estão em primeiro lugar!
Portugal aos portugueses!
Nação e Trabalho!

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domingo, abril 29, 2007

Em directo de Santa Comba Dão 


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sábado, abril 28, 2007

Oliveira Salazar 


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Continuar, sempre! 

1 - É preciso multiplicar os pontos de encontro na net. Quantos mais forem, mais difícil se tornará o controle deles por parte do sistema, e menos dependentes ficam das contingências pessoais de cada um de nós.
2 - Onde quer que se manifeste um ponto de vista nacional, aí devemos marcar a nossa presença. Dos erros ou acertos de cada um o tempo fará a prova e o futuro trará o esclarecimento.
3 - Que cada um se empenhe, como numa guerra pessoal para a vida, nesta multiplicação das frentes de batalha na internet. Este é o campo que nenhuma rusga policial nem nenhuma campanha mediática podem eficazmente anular.
4 - A história regista os quarenta que falam, e não os quarenta mil que calam. Que a vossa voz nunca mais deixe de se ouvir, que oportuna ou inoportunamente ela esteja sempre presente e se erga onde e quando for possível, incessantemente.
5 - Viver é militar! O mundo só tem o sentido que nós lhe dermos.

Forum Pátria
Forum Filosofia
Forum Portugal
Forum Terceira Via
Forum Nacional

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Encontros na rede 

Todos ao Forum Pátria - Forum Nacionalista!

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sexta-feira, abril 27, 2007

Salazar nasceu há 118 anos 

Comemorando o seu aniversário: clicar aqui.
Sítios sobre Salazar:
Salazar - O Obreiro da Pátria
Núcleo de Estudos Oliveira Salazar
Museu Virtual
Quem era Salazar?

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28 de Abril: rumo a Santa Comba! 

Ponto da Situação (Terra Identidade Resistência):

Agradecemos que os participantes na concentração de dia 28 observem as seguintes instruções:
– Não são aconselhadas outras bandeiras que não as nacionais.
– Os manifestantes deverão abster-se de vestuário, gestos ou palavras que possam constituir um qualquer tipo de provocação.
– Deverão acatar as instruções das autoridades competentes.
– Sempre que possível deverão chegar e partir em bloco.
– Quem quiser rumar ao cemitério fá-lo-á na conta de um acto estritamente individual.
– O encontro de concentração será efectuado na área de serviço de Penacova, cerca das 13:10. Pede-se a todos a máxima pontualidade.
– Que todos se comportem com a máxima dignidade não dando motivos de satisfação aos nossos detractores.

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Zona Nacional 

O Movimento Pró Pátria.

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quarta-feira, abril 25, 2007

Alternativa Portugal 

Uma ideia em movimento: Alternativa Portugal.

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Comemoração 118º aniversário Dr. Oliveira Salazar 

Comemora-se no próximo dia 28 de Abril mais um aniversário do nascimento do Prof. Dr. António de Oliveira Salazar.
Em sua intenção terá lugar em Lisboa uma missa, na Igreja de Nossa Senhora da Saúde, na Mouraria, às 10 horas, seguida de um almoço de convívio, onde será lançada uma brochura com o título "Comentários às quase memórias de Almeida Santos".
Os interessados em participar no almoço poderão fazer a sua reserva através do telefone número 919 194 951.
http://www.oliveirasalazar.org/

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28 de Abril em Santa Comba Dão 

Esta convocada por iniciativa da Terra Identidade Resistência uma concentração para o próximo dia 28 de Abril, às 14 horas, no Largo do Município, em Santa Comba Dão, seguida de romagem ao cemitério do Vimieiro, para assinalar o aniversário natalício do Professor Salazar.
Os actos foram oficialmente autorizados pelas autoridades competentes.

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Dia do Trabalho Nacional 

A justiça social, o combate ao capitalismo selvagem, mas também o combate à luta de classes, são "bandeiras" que os Nacionalistas reclamam para si.
Nessa medida, a nossa jornada não é sectária, mas integral. É uma "jornada de luta pelo Trabalho Nacional":
- Porque nos importa a dignidade do trabalhador português;
- Porque defendemos os empregos com salários justos para os portugueses;
- Porque trabalhador é o assalariado, assim como o profissional liberal e o patrão;
- Porque defendemos as empresas portuguesas;
- Porque defendemos a nossa agricultura, pescas, comércio...;
- Porque defendemos os meios de produção e sectores estratégicos nas mãos da Nação.
Por tudo isto, combatemos a ideia comunista de luta de classes e exaltação do proletariado.
Pelo contrário, exaltamos o proletariado, sim, mas em conjunto e em pé de igualdade de dignidade com todos os restantes agentes do Trabalho Nacional.
Porque a Nação precisa de todos os portugueses. Porque todos os portugueses devem, em conjunto, engradecer a sua Nação.
Por isso, no dia 1º de Maio, vamos proclamar bem alto:
Os portugueses estão em primeiro lugar!
Portugal aos portugueses!
Nação e Trabalho!


Manifestação no 1º de Maio, às 16 horas, no Largo do Rato, seguida de desfile até ao Marquês de Pombal e discurso do Presidente do PNR.

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Novo número da Alameda Digital 

Verifico que já está disponível o n.º 7 da revista ALAMEDA DIGITAL.
De igual forma continuam em linha os números anteriores.
Para além da satifação com a continuidade e regularidade desta publicação (vão já oito edições), uma pergunta me ocorre: para quando o aparecimento de outras revistas de ideias vindas de outros grupos e correntes da área nacional?
Parece óbvio que é uma pergunta que se impõe.
Entretanto, tal como já havia feito, destaco o recente aparecimento do primeiro número da LEONARDO, da responsabilidade das gentes da filosofia portuguesa. Um facto que espero e desejo venha a mostrar-se da maior relevância na vida cultural portuguesa. É preciso aportuguesar Portugal! A via do pensamento português é o caminho aberto.

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segunda-feira, abril 23, 2007

Viver é militar 

1 - É preciso multiplicar os pontos de encontro na net. Quantos mais forem, mais difícil se tornará o controle deles por parte do sistema, e menos dependentes ficam das contingências pessoais de cada um de nós.
2 - Onde quer que se manifeste um ponto de vista nacional, aí devemos marcar a nossa presença. Dos erros ou acertos de cada um o tempo fará a prova e o futuro trará o esclarecimento.
3 - Que cada um se empenhe, como numa guerra pessoal para a vida, nesta multiplicação das frentes de batalha na internet. Este é o campo que nenhuma rusga policial nem nenhuma campanha mediática podem eficazmente anular.
4 - A história regista os quarenta que falam, e não os quarenta mil que calam. Que a vossa voz nunca mais deixe de se ouvir, que oportuna ou inoportunamente ela esteja sempre presente e se erga onde e quando for possível, incessantemente.
5 - Inscrevam-se! O mundo só tem o sentido que nós lhe dermos.

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Forum Terceira Via

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domingo, abril 22, 2007

LIBELO CONTRA A DIREITA CONSERVADORA 


Não se trata de defender uma atitude de pura destruição, nem de anarquismo, nem de futurismo desgarrado, nem de progressismo utópico ou que vai sumir-se no ventre da esquerda, nem de revolução total e cega. Existem valores permanentes, realidades a conservar, naturezas a assumir, existem coisas que se transmitem, com justiça, através dos tempos e no concreto.
O que eu combato é a posição de rotina e o materialismo prático. Insurjo-me contra a mediocridade (quer seja dourada e espampanante, quer seja frugal e austera), a mediocridade esperta ou burra, a mediocridade sentada, a mediocridade de pedra e cal. O conservador lembra comida de conserva, enlatada; e intoxica. O conservador possui uma boa escrita, contabiliza; muito previdente, não se arrisca a perder nem se vota a sonhos e grandes empreendimentos de alma. O conservador pensa na arca e na barriga. O conservador opõe-se, no fundo, ao espírito, ao espírito ilimitado e viajeiro; de espírito, só admite um grão de sal, para não parecer animal de todo, mas a vasta substância é matéria, grave, pesada, a suar e resfolegar experiência. Tem pé de chumbo, pupilinha acesa, abundosa nádega roçando na lareira ou encaixada na poltrona dum conselho de administração.
O conservador, como o porco, defende a gamela e, se tem ambições, é a de uma gamela maior. Burocrata, administrador, tecnocrata, aí o vemos sempre sensato.
Detesta qualquer espécie de loucura. Teme, despreza, censura e combate os apaixonados, os idealistas, os desmedidos. Não percebe a raça de gente como Afonso Henriques, Nun`Álvares, os descobridores, os bandeirantes, Afonso de Albuquerque, os conjurados de 1640, Mouzinho de Albuquerque, Camões. Engalinha especialmente com os poetas, com os artistas, lunáticos inveterados, quando a conservação está em refocilar bem os pés na terra. Aí, sim!
Dizem que o conservador pertence às direitas. Talvez, mas então será a sua degradação e caricatura, a sua doença e o criminoso da família. Porque nem toda a direita é aquilo. Aliás, eu não me interessa que nos coloquemos simplesmente nas direitas.
O fascista real — e não aquele que pintam — situa-se para além de direitas e esquerdas. Em primeiro lugar, porque as não reconhece legítimas; em segundo lugar, porque descende de umas e outras; em terceiro lugar, porque alcançou uma
posição mais avançada.
A direita conservadora quer a tranquilidade e a segurança — e para isso venderá a alma ao diabo e acabará enterrando na adega quantos ideais houver. Não admite é sobressaltos, violências, extremismos. Tem um arrepio e lança uns protestos indignados, quando conspurcam as glórias pátrias, atacam a nossa herança ultramarina, fazem a demolição ciclónica da religião, ameaçam frontalmente dissolver a família, ou clamorosamente, em regabofe, praticam e trombeteiam o amor livre. Mas se a coisa vier docemente, empantufada, com flores e por aliciantes arroios — com boas maneiras, sim! —, já o caso muda de figura. A direita conservadora fica a escutar violinos, ao canto da lareira, a ver televisão ou ronronando, tolera, fecha os olhos, abranda, deglute o bolo às migalhas e acaba por ser habituar. Sobressaltos, violências, extremismos é que não!
A direita conservadora é moderada. Claro que existem coisas más, feias, indignantes. Mas não é preciso reagir de dentuça arreganhada, ao tabefe e com pulso de ferro, ou de arma aperrada e fulgurante. Claro que o espírito e o ideal são precisos e bons; mas não exageremos, nem vamos perder o sossego e o bem estar, em aventuras, perigos e aflições, por causa das ideias, de espiritualismos e quejandos enxoframentos de adolescente cabeça ardorosa.
A direita conservadora não quer pensar muito; nem sentir muito. Disso, um condimentozinho, apenas; q. b. Livra, que doses altas podem tirar o sono ou dificultar a digestão! Portanto, adoram um governante que pense por ela, como ela sensatamente, tolerante, de fino trato, prático, livre da terrível praga da ideologia; e que sinta? Também sim, que sinta que ela, direita conservadora, não quer sobressaltos e que não se importa de deslizar para qualquer banda, no caso de ser sem prejuízos materiais e sem violências. A direita conservadora é centrista e, assim, voga, beatamente, se preciso, segundo os ventos da História — mas sem o dizer.
A direita conservadora é um molusco. E no entanto, resulta num penhasco gigantesco e obstrutor para o movimento revolucionário de Justiça e Ideal.

Goulart Nogueira
In «Política», n.º 19, pág. 6,
30.09.1970


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sábado, abril 21, 2007

Comunicação de José Pinto Coelho 

É este o texto integral da comunicação de JPC na conferência de imprensa deste sábado:

Exmos. Senhores Jornalistas,
Camaradas,
Jovens Nacionalistas,

Obrigado a todos pela vossa comparência. Obrigado de modo especial aos camaradas da Alemanha e Suiça, que mesmo com a conferência internacional cancelada, vieram manifestar a sua solidariedade.
Convoquei a imprensa para uma conferência, cuja mensagem destino especialmente aos jovens, em substituição da 1ª Conferência Internacional da JN, que fica adiada para outra ocasião.
O PNR é um partido que luta de forma desigual neste sistema político da ditadura dos cinco partidos com assento parlamentar. Apenas estes têm acesso sistemático aos meios de comunicação social, acesso a programas televisivos e, inclusivamente acesso aos debates nas campanhas eleitorais que deveriam ser um ponto zero e igualdade de oportunidades para todos os partidos.
Apenas estes cinco partidos e as suas mensagens estafadas e mentirosas, são do conhecimento dos portugueses. Os portugueses, até há dias atrás, nem faziam ideia que existe um Partido Nacionalista em Portugal: o PNR.
Este é um partido que sabe perfeitamente que tem o seu espaço político próprio, o qual, diga-se, nem é pequeno.
Dezenas ou centenas de milhares de portugueses têm o direito de se sentir efectivamente representados pelo PNR e nós, o direito de sermos conhecidos, de falarmos na primeira pessoa e divulgarmos as nossas ideias.
Nessa medida, o Partido Nacional Renovador, sem qualquer tipo de apoio ou máquina partidária, contando apenas com uma militância determinada, convicta e fiel, tem desenvolvido um imenso esforço para chegar ao conhecimento dos portugueses através de uma série de acções.
Desde 2005 realizámos diversas manifestações: contra o lóbi gay em Setembro de 2005, contra o assassínio de portugueses na África de Sul em Janeiro de 2006, contra a tentativa de criação de um colonato imigrante em Vila de Rei, em Maio de 2006. Estas, para além das manifestações que anualmente fazemos para celebrar as nossas datas: 10 de Junho, 1º de Dezembro e 1º de Maio. Nunca, em nenhuma delas se registaram desacatos ou cenas de violência. Nunca!
Temos realizado também, nestes dois anos, muitíssimos colóquios e almoços ou jantares convívio por tudo o país, excepto ilhas por enquanto. Nunca se registaram cenas de violência ou de ilegalidades. Nunca!
Contudo, os Nacionalistas são sistematicamente conotados com violência e comportamentos perigosos, o que dá de nós uma imagem redutora, mentirosa, injusta e cobarde. Mancham a nossa imagem e bom-nome recorrendo sistematicamente a todos os tipos de rótulos com o intuito claro que assustar as pessoas.
Sempre que falam do PNR ou nos Nacionalistas, utilizam uma ladainha de adjectivos pejorativos, como: extremistas, radicais, violentos, racistas, xenófobos, etc.
Isto é perseguição política! É desonesto, vergonhoso e cobarde!
Temos direito a ter as nossas ideias e a defendê-las! Bem sei que elas entram em choque com a cartilha do politicamente correcto. Ainda bem! Mas as ideias não se apagam: discutem-se!
Esta perseguição e diabolização de que somos alvo é o preço da nossa coragem e da nossa coerência.
O ambiente de hostilidade contra nós acentuou-se de modo especial com a recente participação de uma lista afecta a nós, na Faculdade de Letras, bastião comunista, e que alcançou 10% dos votos. Mas sobretudo com a colocação do nosso cartaz no Marquês do Pombal.
O sistema político começa a perceber o nosso claro crescimento e quer impedi-lo a todo custo. Estão com medo! Sim. Medo daquele partido que tanto gostam de desprezar pelos seus 10.000 votos (quando era totalmente desconhecido), mas que os assusta porque de facto somos a única oposição. Somos aqueles que nos pautamos pela diferença e não alinhamos no seu rebanho.
Eles sabem que o nosso crescimento é uma realidade e que terão que preparar umas cadeirinhas na Assembleia da República. Aí os portugueses verão o que é realmente oposição.
Sim. Oposição à ditadura dos cinco partidos que mais parece um partido único com 5 secções. Eles discutem em coisas menores para fazer de conta, mas depois vão todos jantar juntos e estão de acordo no essencial. E esse seu “essencial” está a destruir Portugal.
Temos na Assembleia da República, dois partidos de extrema-esquerda, mas aqui nunca se recorrem a adjectivos pejorativos. Temos um outro partido de esquerda, embora, curiosamente esteja vendido ao capitalismo selvagem. E temos por fim dois partidos do centro-direita inútil e subserviente à mentalidade esquerdista que nos domina.
Eles que se reclamam todos como campeões da tolerância e liberdade de expressão, estão a construir o mais revoltante totalitarismo do pensamento único!
Criam dogmas e tabus. Ai de quem cometer delito de opinião contra os seus dogmas. Ai de quem ousar falar em assuntos tabu.
Mas nós, Nacionalistas, não alinhamos nessas fantochadas. Somos a pedrada no charco. Nós não temos medo!
A abstenção nas eleições não pára de crescer porque os portugueses cada vez menos acreditam nestes partidos e nestes políticos. E muitos dos que votam já o fazem sem a menor convicção.
O PNR, está apostado em devolver a esperança aos portugueses, em dar voz a todos estes que, cheios de razão, estão divorciados da classe política que em vez de governar para o bem nacional, governa-se a si mesma.
Estes políticos vivem dos lóbis e para os lóbis. Eles roubam à grande e são corruptos. São impunes e vivem acima da lei. E perante esta realidade escandalosa ainda vem um político de referência, dizer aos portugueses: “habituem-se”…
Não! Não nos habituamos à pouca-vergonha e à destruição nacional. Os portugueses estão a ser esquecidos e mal tratados na sua própria casa. Portugal parece uma mãe que não dá de comer aos filhos.
É neste contexto que a passagem do PNR, dos bastidores à ribalta está a preocupar os responsáveis e culpados pelo estado deplorável em que Portugal se encontra.
É neste contexto que se persegue politicamente o PNR.
Basta ver as moções de censura e pedidos de ilegalização vindos da Assembleia da República ou da Câmara Municipal de Lisboa ou de dirigentes partidários. A esquerda está saudosa do PREC e o centro-direita subserviente, aplaude.
O nosso cartaz, aos olhos destes políticos constitui um horrível crime de lesa tabu, mas o facto de este ter sido vandalizado de um modo que nunca se viu, numa clara manifestação de “civismo” e “respeito” pela liberdade de expressão, que isso sim é crime, já parece não afectar a sensibilidade dos donos do sistema. É que afinal há crimes bons.
Ao caso do cartaz seguiu-se o pânico com a realização da conferência internacional da nossa juventude. Os outros podem e nós não?
Trataram o nosso partido e os outros partidos nacionalistas europeus como se de terroristas se tratasse. A existência de dois pesos e duas medidas é intolerável!
Estes últimos dias então, têm estado ao rubro, por causa da mega operação levada a cabo pela PJ.
A comunicação social, tentando manchar a nossa imagem junto dos portugueses, não tem parado de fazer ligações abusivas e maldosas gerando com isso um clima de alarme social.
É injusto e vergonhoso assistir-se ao poder político e comunicação social queimarem a nossa imagem e bom-nome tentando a todo custo evitar o nosso crescimento.
Nesta semana até a nossa sede foi alvo de um mandado de busca que passou o nosso pequeno espaço a pente fino. Onde já se viu isto?! Que outro partido político já passou por isto? Por acaso a sede do PS foi revistada quando dirigentes seus foram indiciados por pedofilia? Ou a sede do PSD por corrupção? Por acaso estes partidos viram o seu nome atirado à lama?
E as sedes dos clubes de futebol aos quais supostamente pertencem os supostos criminosos? Também elas foram alvo de buscas?
E afinal que foram procurar à nossa sede?
Entre outras coisas absurdas, armas! Mas seremos por acaso parecidos com as FP-25, com o PRP-BR ou com a ARA? Por sinal os ex-membros dessas associações terroristas responsáveis por assaltos e crimes de sangue, gravitam nos partidos de esquerda.
Além disso, repito, entre outras coisas: anabolizantes. Mas será que a nossa sede se parece a um ginásio?
E além disso: droga. Droga?! Se querem encontrar droga, porque não experimentam ir aos bairros problemáticos ou à festa do Avante ou às festas do “Bloco de Extrema-Esquerda”?
É claro que saíram da nossa sede tal como entraram: de mãos vazias.
Mas eu estou indignado com este excesso!
Estou revoltado com tanta hipocrisia!
Enquanto em Portugal existir um partido – o PCP – cujo símbolo é o mesmo da criminosa União Soviética, não admito que nos apontem o que quer que seja!
Enoja-me ver os partidos “correctos” do “centrão” a diabolizarem-nos e, por outro lado, a lamberem as botas à extrema-esquerda.
Faz muita falta a Portugal o PNR no parlamento, para pÔr fim a este reinado de impunidade dos políticos e dos lóbis.
Portugal precisa de nós!
Mas uma coisa é certa: à medida que o ambiente de perseguição, de repressão e de alarme social aperta em nosso redor, também cresce o apoio dos portugueses à nossa causa e cresce a sua indignação perante tamanha hipocrisia.
Eu bem vejo a quantidade de mensagens de apoio e de pedidos de adesão que diariamente chegam ao mail do nosso partido. Eu bem vejo o apoio que nos dão nos fóruns de discussão da rádio, da televisão ou dos jornais na Internet.
O PNR irá crescer muito. Isso é uma certeza!
Esse crescimento passa inevitavelmente pelos jovens.
E aqui, como prometido, quero dirigir uma mensagem à Juventude Nacionalista para que a façam chegar a todos os jovens portugueses. Essa mensagem resume-se a uma simples palavra que será o tema dos cartazes que em breve serão produzidos pela JN: “Liberta-te”!
Liberta-te, jovem, da prisão mental que te querem colocar. Querem controlar a tua mente e a tua liberdade. Por trás da capa cínica da liberdade e tolerância, os donos do sistema estão a construir uma prisão sem grades.
Os jovens têm que rejeitar o “pronto-a-pensar” que lhes é impingido de múltiplas formas. Os jovens não podem deixar intoxicar as mentes, anestesiar a sua vontade, hipotecar a sua liberdade.
Queremos jovens que pensem pela sua cabeça. Jovens que rejeitem o que lhes é servido como bom e simultaneamente inquestionável.
Os jovens devem fazer um esforço por cruzar informações e reflectir nelas.
O sistema, através dos “media”, das novelas sem nível, dos concursos patéticos e dos shows imbecis, tenta estupidificar as mentes, nivelando-as pela mediocridade e assim, mais facilmente as poder controlar e conduzir como a um rebanho.
Perante isto os jovens têm que dizer não! Libertem-se dessa teia totalitário no estilo perfeito de big-brother.
Bem sabemos que os manuais escolares, os programas e os professores veiculam o pensamento e a cultura esquerdista, marxista e de pensamento obrigatório. Quem não alinha por esse modelo acaba por sofrer de alguma forma. Mas, jovem, tens que ser forte: liberta-te!
Apelo aos jovens que potenciem o que a juventude tem de melhor: paixão, entrega, crença, vontade, ideal!
Não troquem uma vida intensa e corajosa, cheia de personalidade, por uma vida de carneiros e de burgueses sem pensamento próprio.
Libertem-se do jugo do totalitarismo mental e do igualitarismo estupidificante.
Mas em contraponto a essa liberdade que tem que ser vivida, os jovens têm que ser enquadrados pelos valores e referências que impeçam que a liberdade se transforme em libertinagem.
As referências estão a ser destruídas pela ditadura do relativismo e os valores estão a ser substituídos pela estupidificação do politicamente correcto. O resultado disso é que a liberdade dos jovens apodrece e morre, dando lugar à libertinagem.
Jovens as vossas referências e os vossos valores têm que os procurar, não nas modas ou no pensamento por decreto, mas sim nas raízes e cultura da família e da nação.
As vossas referências devem ser a Vida, a Família e a Pátria. Combater a cultura de morte do aborto, das drogas, bededeiras e vidas desregradas. Combater os ataques à família recusando os delírios das chamadas “famílias alternativas” e dos eufemismos, como “orientação sexual”. Combater os ataques à Pátria que destroem a sua identidade, o seu presente e comprometem o seu futuro.
Não tenhamos ilusões: ser-se jovem nacionalista não é fácil. Requer muita personalidade e muita força. Mas o que vale mais? Uma vida, vivida apaixonadamente, com objectivos e com coragem, embora com riscos, ou uma vida de carneiro, entregue à tirania da moda, do “parecer bem” e da falta de personalidade?
Há que escolher. Jovem, faz a tua escolha e liberta-te!
Sei que vocês jovens nacionalistas, contam com o vosso partido e os vossos dirigentes, mas nós contamos convosco. Contamos com a vossa conduta exemplar e civilizada de nacionalistas.
Nunca se esqueçam que todos e cada um de vocês carrega a responsabilidade de ser a própria imagem do Nacionalismo. Honremos pois os nossos camaradas, não tendo nunca atitudes e condutas contrárias ao espírito Nacionalista.
Amem a vossa Pátria, a vossa Família a vossa Vida!
Sejam disciplinados, cumpridores e ordeiros.
Os frutos da vitória virão a seu tempo.
A hora é de crescimento e de esperança.
Eu conto convosco!

Viva a JN e o PNR
E que viva Portugal!

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Alain Soral: por uma esquerda nacionalista 


Soral à Lille
Colocado por Raed

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Le Pen: o último clip 


LE PEN - Votez Le PEN ! - Clip 13
Colocado por xxx000xxx

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NOVOPRESS 

Umas verdades básicas:

Nos últimos dias as visitas ao Novopress têm aumentado como nunca. Também agora como nunca, perante a manipulação e a mentira, é necessária uma imprensa alternativa e independente que não embarque em histerismos e sensacionalismos, que divulgue o outro lado das notícias que são servidas na televisão. Novopress está além de partidos, facções e lucros e encontra-se por isso na melhor posição para assumir esse papel. O aumento da audiência do Novopress não é uma coincidência. Agora, mais do que nunca, é necessário ter um papel activo. Agora que o Sistema aperta o seu controlo, agora que a Liberdade é atacada, não te limites a ler Novopress. Divulga-nos, colabora connosco.
Coloca-nos nos favoritos, envia um mail para pt.novopress@gmail.com, visita o nosso Myspace, adiciona-nos no Hi5. Ajuda-nos a tornar o Novopress uma referência na internet, um ponto de passagem diário e obrigatório!


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Filosofia e política 

Primeiro, filosofar: Forum Filosofia
Depois, agir: Forum Pátria
Pensamento e acção, por um renascimento português.

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Filosofia portuguesa 

Já está em linha o primeiro número da revista electrónica LEONARDO, revista de filosofia portuguesa.
Dirigida por Francisco Moraes Sarmento, e centrando este número na personalidade de Orlando Vitorino, a revista tem colaboração de António Carlos Carvalho, António Telmo, Carlos Aurélio, João Luís Ferreira, José Luís Gala, Miguel Bruno Duarte, Pedro Martins e Pinharanda Gomes, e representa um novo impulso da escola da Filosofia Portuguesa.
Será a hora das revistas em linha? Quem haverá aí para responder ao desafio?

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PNR: conferência de Imprensa 

Hoje, dia 21 de Abril, pelas 16.00 horas, vai realizar-se uma "Conferência de Imprensa" em substituição da conferência organizada pela Juventude Nacionalista que estava prevista.
Na primeira parte desta conferência, o Presidente do Partido fará declarações "bombásticas" à comunicação social. Seguidamente falará para a Juventude Nacionalista.
Uma vez que a sala apenas comporta 90 pessoas, o acesso, infelizmente, será restrito a militantes do PNR e JN.
Ponto de encontro e hora: em frente às Galerias Ritz, na Av. Joaquim António de Aguiar, às 15.30 horas.

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sexta-feira, abril 20, 2007

Hervé Van Laethem expulso de Portugal 

Mouvement NATION
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Communiqué du 20 avril 2007

Les jeunesses du PNR (Parti National Rénovateur) portugais avaient organisé pour ce 21 avril un grand meeting européen où ils annonçaient la présence du NPD allemand, du BNP britannique, du MSI-FT italien, de NATION, etc...
Suite à une campagne médiatico-judiciaire (voir l'article: «Répression au Portugal»: http://www.nation.be/web/article.php3), ce meeting a été empêché.
Hervé Van Laethem, qui devait s'y rendre en tant qu'orateur, avait néanmoins maintenu sa visite et voulait marquer sa solidarité avec le PNR lors d'une conférence de presse prévue samedi à Lisbonne.
Malheureusement, Hervé aurait été mis, pour l'occasion, sur une liste de personnes considérées temporairement comme indésirables au Portugal et se serait vu expulsé à l'instant même de son arrivée.
Il semblerait donc que tout le monde puisse circuler en Europe: les islamistes, les terroristes, les dealers, les illégaux, les pédophiles...tout le monde sauf les nationalistes européens.

Mouvement NATION
http://www.nation.be

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Recado de Julius Evola 

«Apenas conta, hoje, o trabalho daqueles que se sabem manter no cume: firmes nos princípios; inacessíveis a todo o compromisso; indiferentes perante as febres, as convulsões, as superstições e as prostituições, ao ritmo das quais dançam as últimas gerações. Apenas conta a resistência silenciosa de um pequeno número, cuja presença impassível de “convivas de pedra” permita criar novas relações, novas distâncias, novos valores, para criar um pólo que, não impedindo, é certo, este mundo de desenraizados e agitados de ser o que é, permitirá, todavia, transmitir a alguns a sensação da verdade, sensação essa que será talvez também o despoletar de alguma crise libertadora.»

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28 de Abril: honra a Salazar! 

Em Santa Comba Dão, com a TIR, com Alma Pátria.

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quinta-feira, abril 19, 2007

A VIDA SÓ VALE PARA SERVIR 

Fundamental na personalidade de Salazar é, sem dúvida, a seriedade. Era um homem profundamente sério, para quem a vida tinha um sentido transcendente. Daí que a sua vontade o determinasse dentro da coerência com tal sentido na firmeza dum dever a cumprir. Mais do que uma vez nos seus discursos ele acentua essa obediência ao imperativo do dever.
Logo no discurso de posse como ministro das Finanças, dirigindo-se ao Presidente do Ministério: Não tem que agradecer-me ter aceitado o encargo, porque representa para mim tão grande sacrifício que por favor ou amabilidade o não faria a ninguém. Faço-o ao meu País como dever de consciência, friamente, serenamente cumprido.
Nestas palavras, cujo rendimento à verdade repele abruptamente o estilo convencional e falso das relações sociais, reflecte-se a noção de seriedade, cuja radicação ele próprio definira na resposta em processo de sindicância aos professores de Coimbra em 1919, recordando a sua actividade de estudante:
Vivia absorvido na minha ideia e na minha obra. Quem não tem um grande pensamento ou um grande afecto a encher-lhe a vida, não sabe decerto o que isso é. - Eu era afinal um rapaz com uma ideia séria.
Numa época como a nossa, em que se tem como objectivo principal na vida ser feliz, realizar-se cada qual, em felicidade, Salazar entregava-se ao cumprimento do seu dever, precisamente aí procurando realizar-se. A escritora francesa Christine Garnier perguntou-lhe um dia:
- Que representa para si a felicidade?
E ele volveu-lhe naquela voz que tanto a impressionava, «uma voz lenta, calma, paciente, uma voz muito doce atravessada de imprevisto de clarões de aço»:
- A felicidade é um estado de satisfação da alma, de harmonia total entre as nossas aspirações e as realidades da vida. Parece-me mais fácil chegar à felicidade pela renúncia do que pela procura e satisfação de necessidades cada dia mais numerosas. A procura da felicidade implica, creia eu, um estado de insatisfação contínua.
Já nas conversas com António Ferro este lhe citara o paradoxo de Gide: «A felicidade do homem não está na felicidade, mas na aceitação dum dever».
Continuando no colóquio com a francesa, Salazar passa a outro plano:
- Esta ideia de que a felicidade não pode ser senão individual é para mim duma importância primordial. Instalam-se ilusões perigosas no espírito dos dirigentes de povos que desprezam ou desconhecem esta verdade. Temos visto certos Estados, certos regimes, sacrificar totalmente o Homem, que representa sobre a Terra o único valor de Infinito, ao objectivo inacessível da felicidade nacional.
A renúncia de Salazar foi, pode dizer-se, total. Ele o declarou: Quando se não deu tudo, não se deu nada.
O moço que deixou o curso do seminário por não sentir vocação para a vida sacerdotal e entender até que podia exercer como leigo mais proveitosa acção ao serviço de Deus, visava claramente a carreira do professorado. Os seus escritos de estudante, ainda no liceu, e ao depois na Universidade, são marcados pela preocupação pedagógica fundamental:
Eu trabalhava ao tempo (em Viseu) num colégio que era uma tentativa de adaptação a Portugal dos métodos e fins da educação inglesa, já introduzidos e começados a praticar em França na École des Roches de E. Demolins, copiado de modelares escolas inglesas ...e estava convencido de que a superioridade do anglo-saxão, tão retumbantemente comprovada no decorrer da guerra europeia, era devida a certos princípios fundamentais da sua educação.
Gostava de ensinar, afirmava. Ensinou no colégio de Viseu, ensinou aos seus explicandos em Coimbra e depois na Universidade, ensinou a ler a sua governanta e as pupilas desta. E na maioria dos seus discursos, que são, afinal, orientados na intenção do entendimento dos factos, despidos de todos os artificialismos da tradicional oratória política, proferidos pausadamente e com o dedo indicador a marcar paternalmente um ou outro passo mais significativo, não vemos nós aí sobretudo lições magistrais?
Os acontecimentos de importância encara-os sempre numa perspectiva superior, no encadeamento do processo histórico. Preocupa-o o momento em que tem de actuar, ou que é obrigado a sofrer, mas não deixa nunca de o encarar na linha em que está inserido. No passado e no futuro. Aqui, procura antecipar-se ao tempo.
Sente que os grandes problemas do homem se situam, tanto na compreensão quanto na extensão, em dois abismos de grandeza ilimitada: o infinito do tempo e o infinito do espaço. Daí a sua preocupação em entender, por um lado, e por outro estudar a impulsão necessária para agir, procurando superar tanto quanto possível as contingências, pela força exclusiva da sua inteligência e da sua vontade.
Parece às vezes situar-se acima do tempo, que de certo modo chega a desprezar: - Que importa o tempo dos relógios, onde os minutos são todos iguais? Certo, o tempo é necessário para decantar o resultado de certas experiências, para se colherem os frutos de outras, para formar as elites necessárias à realização de obra séria. Como é necessário na terra para fazer germinar a semente, crescer a planta, rebentarem as flores, amadurarem os frutos. Acima desta temporalidade, porém, há os abismos do infinito e estes não deixam de estar presentes no seu pensar, denunciam-no, quando o homem é surpreendido, calado, a olhar as estrelas, longamente, ardentemente.
Não faltou quem o visse como a uma espécie de yogue superior, mestre de práticas estranhas em que as inércias físicas são dominadas pela força do espírito. As mãos, muito brancas, grandes, másculas, sempre a moverem-se em gestos expressivos, por vezes com o indicador temeroso a avançar, são frias. Frias por vezes como as mãos de um morto. Antes da doença e de se haver modificado, como todos os seres que um dia roçaram a morte, já uma vez Christine Garnier lhe dissera:
- O senhor está morto!
E ele respondeu com uma frase estranha:
- Há seres que não são dotados para a vida...
Mas foi ele mesmo que, na doença de José Nozolini, que se considerava moribundo e não queria já forçar-se a tomar alimentos que lhe repugnavam, foi ele mesmo que lhe afirmou:
- Olha Zé, só morre quem quer!
Fala por vezes como alguém que tenha efectivamente vencido as barreiras do tempo e da morte. Um contemplativo que encontrou na serenidade do pensamento, acima da vida, o estado de pureza dos grandes místicos? Nem a taça dos prazeres, nem os cilícios da mortificação, e apesar disso uma alma que superou a agitação das contingências terrenas? Algo talvez como um grande budista?
Ele explica, simplesmente:
- Não. Um pobre cristão.
Um pobre cristão para quem a vida não é em si mesma um fim:
- A vida só vale para servir. Ela é uma coisa séria, com um certo conteúdo, há-de ser realização tão perfeita quanto possível de um certo ideal.
Podiam as coisas sair-lhe ao contrário do que pretendia. Podia mesmo o resultado do seu trabalho não corresponder às esperanças que nele pusera. Mas não se pode dizer que o surpreendesse a adversidade ou que lhe minguasse a esperança. A inteligência abrira-lhe o leque das perspectivas possíveis. Ele trabalhara com afinco e com fé no sentido que se lhe afigurara melhor. A contrariedade podia apenas fazê-lo sofrer. Ele previra tudo. Quase previra o seu fim quando escreveu, em Fevereiro de 1965:
Seja qual for a evolução dos acontecimentos, não pode haver dúvida de que é nos sete anos a seguir que, por imperativos naturais ou políticos, se não pode fugir a opções delicadas e, embora não forçosamente a revisões, à reflexão ponderada do regime em vigor. E é nas mãos do Chefe do Estado que virão a pesar as maiores dificuldades e da sua consciência que dependerão as mais graves decisões.

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É preciso que troquemos umas ideias! 

Todos ao Forum Pátria - Forum Nacionalista!

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Como se levanta um Estado 


«Como se levanta um Estado» de Oliveira Salazar

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quarta-feira, abril 18, 2007

A caça ao fascista 

Mais do que nunca, a solidariedade é um dever.
Todos ao Forum Nacional.

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As ideias não se apagam 


Contra as operações de propaganda e intimidação, as inventonas e a repressão, a coragem de continuar - sempre, com a força da razão e do ideal.
Em frente!

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terça-feira, abril 17, 2007

Uma esquerda nacional? 

Nesta última semana da campanha Le Pen, veja-se com interesse a acção política daqueles que vêm da esquerda:
Alain Soral
POLITIC'ART
Radio Vraiment Libre
Salut Public

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Télé NATION 

O movimento NATION deu início à produção regular de videos, como meio de divulgação de actividades, programas, reportagens, entrevistas, intervenção política e social.
Pode tomar-se conhecimento aqui:
http://www.nation.be/web/article.php3?id_article=1171#comms
http://www.youtube.com/watch?v=4OPYwt5QYrk
http://www.youtube.com/watch?v=szgitINo-fw
http://www.dailymotion.com/relevance/search/nation%2Bbelgique/video/x7axv_na

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segunda-feira, abril 16, 2007

NOVOPRESS 

Uma entrevista de Bruno Oliveira Santos no cada vez mais indispensável NOVOPRESS.

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domingo, abril 15, 2007

21 de Abril em Lisboa 


Forum Nacional
Juventude Nacionalista
Partido Nacional Renovador

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28 de Abril em Santa Comba Dão 


Terra Identidade Resistência

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sábado, abril 14, 2007

NOVOPRESS 

Entrevista a José Pinto Coelho.

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sexta-feira, abril 13, 2007

Participação! 

Na impossibilidade de participar tanto como gostaria na animação dos sítios de discussão e debate em que se afinam as ideias e se prepara o futuro, insisto na minha recomendação:
Participem, activamente!

Forum Portugal
Forum Pátria
Forum Terceira Via
Forum Filosofia
Forum Nacional

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A batalha das ideias 


Novo episódio no caso do cartaz do PNR

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quarta-feira, abril 11, 2007

Campanha Le Pen 


LE PEN 1er clip TV présidentielle 2007
Colocado por patriote2

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Campanha Le Pen 


Lepen2007_4eme_clip_campagne-1
Colocado por patriote2

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Campanha Le Pen 


Jmlp2007_3eme_clip_campagne
Colocado por Chevalier_du_Christ

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MPP 

O Movimento Pró-Pátria, iniciado no Porto, está constituído também em Lisboa.

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Razão e fundamento 

O mais importante forum nacional será aquele capaz de fornecer razão e fundamento ao movimento nacional.
Experimentem este: Forum Filosofia

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segunda-feira, abril 09, 2007

A imigração, o cartaz e os bobos da corte 

Sobre estes temas e os acontecimentos recentes, onde se encontraram um sério problema de fundo (a imigração), uma iniciativa política (o cartaz do PNR), e a intervenção política dos actuais palhaços oficiais do regime (os "gato fedorento"), escolhi dois excelentes comentários que retirei de locais diferentes, para proveito e ilustração geral.
São o "Tabú", de Manuel Brás, e "O Circo Louçã", do Dragão, que antecedem esta nota.
Sirvam-se.

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Tabu 

(por Manuel Brás, in Demoliberal)

A imigração voltou a ser tema de discussão e debate. Não por causa de incidentes como o da praia de Carcavelos, mas sim por causa de um cartaz.
É um tema “tabu” entre os políticos da AR, na medida em que estes se limitam a não discutir a política de imigração, ou a falta dela, nem o futuro do País dentro deste particular. Das duas uma: ou pensam todos da mesma maneira ou há uns que têm medo de se assumir diferentes dos outros.
Com um estilo objectivamente pouco simpático em relação aos imigrantes, o cartaz já ultrapassou largamente a sua expectativa. Não só porque pôs os políticos e os media a reagir, como provocou conversas e debates nas ruas, cafés, autocarros, escolas, universidades, enfim, levou o tema ao povo e colocou-o na “ordem do dia”.
Ao fim e ao cabo trata-se de uma realidade com a qual o homem comum, o povo, está muito mais em contacto que os 230 da AR, os aparelhos partidários ou os comentadores mediáticos, todos eles metidos nos seus gabinetes.
Para bem de todos, portugueses e imigrantes, era importante que este assunto fosse levado a sério e que aqueles que têm maiores responsabilidades na matéria explicassem porque é que os acordos de Schengen não funcionam, porque é que há tanta imigração ilegal, tráfico de pessoas, especialmente mulheres, drogas, etc. Que forças aniquilam e contornam a vigilância na fronteiras de Schengen? Para quê manter um acordo fictício que não funciona?
Porque não abordar frontalmente, com realismo, a questão da imigração em vez de assobiar para o lado e fingir que tudo decorre na legalidade?
Com realismo, sabendo que, se por um lado a imigração sempre existiu e sempre há-se existir - não pretendemos vedar o País a arame farpado -, por outro lado não podemos ignorar o preço a pagar, quanto mais não seja, em matéria de segurança, por anos a fio de imigração caótica e descontrolada.
Depois, não se admirem com o aparecimento de alternativas radicais.
Elas vêm preencher o buraco que a inépcia de uns e o medo de outros abriu.

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O Circo Louçã 

Num país, e num tempo, em que, cada vez mais, os políticos profissionais emulam os palhaços, não nos devemos surpreender que os palhaços profissionais emulem os políticos. O resto decorre por arrasto: da mesma forma que os políticos, ao fazerem palhaçadas, tentam fazer-nos crer que é política, os palhaços, ao armarem politiquices, tentam fazer-nos crer que é simplesmente humor.
O resultado é a pobreza e a mixórdia do costume: nem os políticos fazem política, nem os palhaços fazem humor. Ambos, única e apenas, tentam fazer de nós parvos.
Mas depois não se admirem se nos der para a "parvoíce".

http://www.dragoscopio.blogspot.com/

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domingo, abril 08, 2007

Dia 21 de Abril em Lisboa 


http://www.forumnacional.net/

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quinta-feira, abril 05, 2007

Blogosfera: mais e mais 

A blogosfera é o mundo, por enquanto infinita como ele. O futuro, não se sabe.
Temos a obrigação de ocupar este imenso território que se nos abriu.
O mundo há-de ter o sentido que nós lhe dermos.
Alguns recentes:

Manlius
Mote para Motim
2 (ponto) Zero
Os Vencidos da Vida
Afinidades Efectivas
Religio Christiana

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"O Diabo" 

É o único dos jornais portugueses que tenta escapar à religião de substituição fornecida pelo pronto-a-pensar disponível no mercado global.
Nesta terça-feira o semanário "O Diabo" atreveu-se a publicar algumas informações sobre Aristides de Sousa Mendes, o cônsul português que desde 1917 a 1940, data em que foi afastado do serviço activo, acumulou processos disciplinares emn todos os lugares por onde passou.
As informações referidas, apesar de já conhecidas de há muito por qualquer um que goste de saber mais do que lhe querem dizer em campanhas suspeitas, revela a pobre realidade por trás da farsa do falso herói inventado aqui há uns anos atrás.
Sousa Mendes foi sempre tratado com benevolência por um regime naturalmente benevolente. Teve uma carreira lastimosa, por responsabilidade exclusivamente sua.
Mas até reparar nesta verdade simples é motivo de escândalo, e constitui um gesto de coragem rara.

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Permanecer para criar 

Continuo a insistir no apelo à participação de todos, para que exista realmente uma vasta comunidade nacional na rede.
Para além dos blogues, que nunca serão demais (são por natureza uma iniciativa individual, sujeita a um ritmo de vida que os faz desaparecer rapidamente, exigindo uma contínua renovação e substituição) impõe-se consolidar esses magníficos centros de informação, formação, troca de ideias e enriquecimento geral que podem ser os foros.
Insisto: participem, activamente.
Forum Portugal
Forum Pátria
Forum Terceira Via
Forum Filosofia

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Somos todos de Olivença 

Saiu mais um número do boletim Olivença-Portugal.
Levantando a bandeira do Portugal físicamente ocupado, lembremos em todos os momentos a Pátria que temos subjugada pelo estrangeiro, o de fora e o de dentro.
E honremo-nos com a nossa fidelidade ao Portugal de sempre.
Como o Grupo de Amigos de Olivença.
Mesmo que os outros esqueçam, nós não.

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SHIP 

Continua a desenvolver as suas actividades culturais a um ritmo sempre intenso a Sociedade Histórica da Independência de Portugal.
Aconselho que se acompanhe a sua agenda, e recomendo a frequência do Palácio da Independência.
Desde a filosofia à esgrima, passando pela heráldica ou pela música, é possível encontrar iniciativas para os gostos mais diversos.

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Magazine Grande Informação 

Está nas bancas mais um número da revista Magazine Grande Informação.
Como tem vindo a acontecer, publica alguns artigos de grande interesse e mérito, nomeadamente sobre Salazar.
Umn caso raro de independência na nossa imprensa escrita.

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quarta-feira, abril 04, 2007

Dois empreendimentos de sucesso? 

Vale a pena apostar: a agência NOVOPRESS e a biblioteca e arquivo Causa Nacional constituem duas das mais valiosas realizações da área nacional.
Dois exemplos e duas experiências a incrementar e a desenvolver.

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terça-feira, abril 03, 2007

O famoso caso do cartaz 

A mensagem de José Pinto-Coelho (PNR):

Foi uma semana em cheio! Um cartaz no Marquês de Pombal; uma mensagem forte e cheia de razão; uma grande coragem para enfrentar a ditadura do pensamento único. Com essa estratégia pusemos o país a falar no PNR de um dia para o outro.
Abrimos o debate sobre um tema delicado e sério que é uma bomba-relógio. Tema no qual ninguém tem coragem de falar. Mas nós temos!
Move-nos a certeza de que centenas de milhares de portugueses pensam como nós mas, como não nos conhecem, não podem votar naquilo que não se conhece... E um partido desconhecido, de 10.000 votos, não serve para nada.
Mas o nosso espaço político é de centenas de milhares de votos. Esses portugueses têm o direito de se sentirem representados pelo PNR. Nós temos direito a esses votos. Por isso é necessário lutar!
Estamos a fazer um imenso esforço para – com falta de meios e excesso de bloqueios – possamos chegar ao conhecimento dos portugueses. Batemo-nos contra um sistema que se diz livre mas que na verdade é um campo de minas para os Nacionalistas.
Mas nós não nos deixamos intimidar face às ameaças super-democráticas de extinção, suportadas cobardemente por um artigo injusto da Constituição. Ameaças essas que vieram desde os 5 partidos e governo, até alguns analistas e órgãos de comunicação social.
Mas também há quem tenha bom senso e coerência e não embarque nesse tipo de solução que, em última análise, é um grande tiro no pé do sistema…
O PGR esteve bem! Muitos juristas estiveram bem! Muitos analistas estiveram bem! Paradigmas desse bom senso, são por exemplo os artigos do Pacheco Pereira e do José Manuel Fernandes (do Jornal "Público").
Não temos medo da verdade nem do confronto de ideias!
Os donos do sistema, com 24 horas diárias de tempo de antena, bombardeiam as mentes das pessoas com as falácias e mentiras repetidas - bem ofensivas aos portugueses – acerca dos “benefícios” da invasão imigrante. Mentem incansavelmente, manipulam os argumentos e, por outro lado amordaçam os nossos argumentos através da discriminação (sim, discriminação, mas essa não lhe causa confusão), da ridicularização e da ameaça de extinção. Sinais bem evidentes de que já tremem perante este partido que desprezam pelo seu reduzido tamanho, mas temem pelo seu futuro crescimento mais que previsível.
Eu repito (para os secretários dos donos do sistema que visitam este portal, transmitirem aos seus patrões) sempre isto: não tenho medo!
Temos uma militância de luxo, uma convicção inabalável, uma ideologia sólida e uma coragem sem limites. Não temos medo!
Vamos continuar este esforço. “Quem não aparece, esquece” e nós vamos aparecer cada vez mais perseguindo o nosso Objectivo 2009: representação parlamentar nesse ano!

José Pinto-Coelho
1 Abril 2007

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Importante 

Ler e conhecer a entrevista de Carlos Branco para apresentação do Movimento Pró-Pátria.
Um excelente trabalho do NOVOPRESS.
Impõe-se dar voz a todos os que tenham uma palavra a dizer no presente e no futuro do nacionalismo português.
Agora foi o MPP.
Faço votos para que prossiga a tarefa do NOVOPRESS, de forma que ninguém fique impedido de trazer o seu contributo para o traçar dos caminhos do Portugal do futuro.
Todos não seremos demais para continuar Portugal.

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