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sábado, janeiro 31, 2009

O Papa está no rumo certo! 

A prova está nas notícias:

"O teólogo "católico" Hans Kung criticou o Papa por ter optado por um rumo «cada vez mais reaccionário», sublinhando que Bento XVI foi isolado do mundo real pela sua «camarilha» e não imagina o efeito devastador das suas posições.
O teólogo acrescentou que, para a igreja alemã, a actuação do Papa alemão é muito embaraçosa e desagradável e concluiu que a Igreja Católica precisa de um Barack Obama (presidente dos Estados Unidos) como Papa.
Heiner Geissler, antigo secretário-geral do partido União Democrática Cristã (CDU), também condenou as posições conservadoras de Bento XVI, afirmando que, do ponto de vista teológico, o Papa se isolou das mulheres, das outras religiões, dos divorciados e dos homossexuais.
«Dá a impressão que o Pontífice prefere um bispo anti-semita e radical de direita do que uma bispa evangélica», disse o também antigo ministro do Governo federal alemão."


Pois, há esperanças. Nunca desesperemos do poder do Espírito Santo.

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Força, para muitos anos! 

São os meus votos de parabéns, para um aniversário que se celebrou muito a Norte.

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Valores Seguros 

São o Manlius, o Nonas e o Eternas Saudades do Futuro.
Passo por lá todos os dias.

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sexta-feira, janeiro 30, 2009

Todos não somos demais! 

Apareceu um novo reforço no bom combate: Tempestade no tempo.

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Salazar: comemoração do 120º aniversário do seu nascimento 

Comemora-se em 28 de Abril próximo, mais um aniversário de nascimento do Doutor António de Oliveira Salazar.
A homenagem terá lugar no dia 25 de Abril e realizar-se-á em Lisboa, em local que divulgaremos oportunamente aos interessados.
A todos os que queiram participar, agradecemos a inscrição até 31 de Março, para prevenirmos atempadamente o necessário.

Programa:
13:00 – Discurso de acolhimento
13:30 – Almoço
15:30 – Apresentação Multimédia
16:15 – Tomarão da palavra os participantes por ordem de inscrição.
19:00 – Encerramento

Pretendemos desta forma prestar a justa homenagem ao grande vulto que governou a Nação, apenas a pensar na Nação.

Contacto: info@oliveirasalazar.org
( João Gomes )
http://www.oliveirasalazar.org/

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quinta-feira, janeiro 29, 2009

Videoteca Causa Nacional 

O site Causa Nacional disponibiliza, a partir de hoje, uma “videoteca”, que tem como objectivo “reunir, num único local, vários vídeos de interesse que se encontram dispersos”.

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Alarga-se a mobilização em torno da candidatura de Humberto Nuno Oliveira nas próximas eleições europeias 

Na sequência do anúncio pelo PNR de que a sua lista às próximas eleições europeias seria encabeçada por Humberto Nuno Oliveira, começam a surgir demonstrações de que essa escolha possui as potencialidades que se desejavam de congregar em torno dela os mais vastos e variados sectores da área nacional. Reproduzimos a seguir a posição tornada pública pelo Movimento Pró-Pátria. Fazemos votos de que não fique por aqui este movimento, e que a dinâmica criada permita alcançar um grande êxito para as fornas nacionais nas próximas eleições.

"Tendo em vista as Europeias de 2009, o Movimento Pró-Pátria decidiu apoiar a candidatura do cidadão Humberto Nuno de Oliveira. Acreditamos ser o candidato que reúne todas as condições para defender a causa nacionalista e por inerência, o nosso país e a Europa no Parlamento Europeu. Trata-se de alguém com créditos firmados no meio nacionalista, fiel aos seus ideais e princípios, conseguindo transpor estes mesmo ideais e princípios de uma forma natural para o seu dia-a-dia, algo cada vez mais raro na nossa sociedade e particularmente na área nacional. No MPP não existe disciplina de voto, cada associado é livre de fazer as suas escolhas. Não obstante, apelamos ao voto na lista do nacionalista Humberto Nuno de Oliveira para as Europeias de 2009.

A direcção do MPP."

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Terra Portuguesa 

Esta é que é uma rede!

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quarta-feira, janeiro 28, 2009

Ao trabalho! 

Em movimento, pela internet nacional:

Nacional-Cristianismo

O Reaccionário

Ansiães Pura

Alerta 1143

Todos não somos demais, para continuar Portugal!

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Este blogue apoia Humberto Nuno Oliveira nas europeias 2009 


"Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”."
José Pinto-Coelho

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segunda-feira, janeiro 26, 2009

Um guia para os dias banais 

Achei extraordinário de oportunidade, e de sentido, para a minha gente, este texto que encontrei publicado no
http://castelobrancoterraportuguesa.blogspot.com/

"Nos grandes momentos todos são heróis; tem-se sempre a ideia, embora vaga, de que se está representando e que o papel se deverá desempenhar com perfeição; de outro modo não aplaude o público. Depois as epopeias duram pouco; todas as forças se podem concentrar, faz-se um apelo supremo à suprema energia: em seguida permite-se o descanso, a mediocridade que apazigua e repousa; nada mais vulgar do que um herói fora do seu teatro.
Não é, pois, necessário que te prepares para as crises; são horas em que sempre - se não és totalmente apagado - te encontrarás acima de ti próprio; mil elementos te farão pedestal; tão alto subirás que só te será difícil, passada a exaltação, não te admirares do que fizeste; vês-te incapaz de repelir o golpe; e para a fama do herói certamente contribui este espanto que o toma de se não ter sempre igual, de em determinada conjuntura ter passado sobre ele o apelo dos deuses.
É para todos os dias que precisas de educar e afinar a alma; é para te sentires o mesmo em todos os minutos que deves dominar os impulsos e ser obstinadamente calmo ante as dificuldades e os perigos, as alegrias e os triunfos. O constante exercício do ginasta te sirva de estímulo e de guia: que saibas dar um passo com a mesma segurança, leveza e calma com que poderias dar um salto; aprende a ter nas resistências o esforço dos ataques.
O que a vida apresenta de pior não é a violenta catástrofe, mas a monotonia dos momentos semelhantes; numa ou se morre ou se vence, na outra verás que o maior número nem venceu nem morreu: flutua sem norte nem esperança. Não te deixes derrubar pela insignificância dos pequenos movimentos e serás homem para os grandes; se jamais te faltar a coragem para afrontar os dias em que nada se passa, poderás sem receio esperar os tempos em que o mundo se vira."

(Agostinho da Silva, Considerações, Assírio e Alvim, 1988).

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sábado, janeiro 24, 2009

Basta de corrupção! 


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sexta-feira, janeiro 23, 2009

PNR apresenta cabeça de lista às Europeias de 2009 

O Partido Nacional Renovador vem anunciar a escolha de Humberto Nuno de Oliveira – Presidente do Conselho de Jurisdição - como cabeça de Lista do PNR para as Eleições Europeias de 2009.
De acordo com o Presidente José Pinto-Coelho, “Humberto Nuno de Oliveira, é a escolha indicada para representar o partido, combater e afirmar a vincada posição do PNR contra a União Europeia, o seu projecto federalista, anti-nacional, as suas nefastas consequências e a falta de transparência dessa organização ao serviço de interesses inconfessáveis que não os de Portugal”.
Sob o lema “A União Europeia prejudica Portugal”, Humberto Nuno de Oliveira irá denunciar e combater por todos os meios, os malefícios da nossa submissão à UE. Para o candidato, “o país, a troco de esmolas, que se farão pagar bem caras, deixou de produzir e abdicou de sectores vitais para a sua soberania.”
O PNR, irredutivelmente contra esta União que promove a globalização e o mundialismo, fará desta posição firme a sua mensagem eleitoral para as Eleições Europeias de dia 7 de Junho de 2009.

( www.terraportuguesa.net )

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Frente blogal 

É preciso não parar, e vencer o combate cibernético.
Animem a frente blogal!

http://alerta1143.blogspot.com/

http://politicaportugal.wordpress.com/

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Por Portugal 


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quinta-feira, janeiro 22, 2009

Candidatura PNR em Terras de Bouro 

A nove meses de distância das eleições autárquicas (estas têm que realizar-se em Outubro) começam a perfilar-se os candidatos. A primeira candidatura anunciada pelo PNR é a de Tiago Jacinto, que se apresenta como candidato à Câmara Municipal de Terras de Bouro, no Alto Minho.
Veja-se a notícia no jornal regional Terras do Homem.

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Platonismo Político 

Platonismo Político é o inverso do que se pretende - trata-se de um novo espaço blogosférico, que pretende ser um lugar de discussão, debate e reflexão do que somos enquanto País e sociedade.
Ser jovem em Portugal já é uma tarefa bem complicada; ter como interesse principal a política ainda mais. Participem no Platonismo Político!

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terça-feira, janeiro 20, 2009

Jornal "O Diabo" na blogosfera 

Surgiu um blogue da responsabilidade dos jornalistas do semanário "O Diabo".
Possui um endereço para o qual os leitores podem dirigir sugestões, opiniões ou comentários: jornalodiabo@gmail.com
Solicita expressamente a cada leitor que "escreva, denuncie, reclame"...
Pela nossa parte, acompanhamos o pedido: todos os leitores que pretendam fazer ouvir a sua voz a propósito de qualquer questão que os ocupe ou preocupe, desabafem com os jornalistas de "O Diabo".
Têm o canal aberto.

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O ano de todos os combates 

Uma excelente síntese do que tem que ser dito, a propósito dos tempos que se anunciam:
- 2009 é o ano em que tudo se vai jogar.
- O futuro de muitas gerações vai ser jogado no tabuleiro deste ano.
- No campo nacionalista é a altura de meditar no que se deve e pode fazer.

Não deixem de ler, no MANLIUS.

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segunda-feira, janeiro 19, 2009

Reflexões sobre os que pretendem fazer política 

O que eu aconselho a quem activamente se dedica à actividade política é que comece por olhar bem para si e para aqueles que o acompanham. E procure situar-se na perspectiva do cidadão comum, da gente vulgar, do mais normalizado dos seus conterrâneos e contemporâneos. Com esse exercício tente então calcular qual a opinião que o tal cidadão médio formará da sua pessoa, das suas acções, das suas palavras, bem como do colectivo em que actua.
Com este exercício, repetido e aprofundado com frequência, certamente se evitarão muitas asneiras, disparates e puros desastres - mesmo que no plano individual acarrete grandes desilusões aos que mergulhados no seu universo interior estavam de todo esquecidos dos outros (os outros, sim, os que aí estão por todo o lado, à nossa volta, esses personagens cinzentos que nada distingue e que nada de particular têm para dizer ou oferecer...)
A acção política implica quase sempre a procura, quanto mais não seja por razões metodológicas, do que podemos chamar o "centro", ou mesmo o "extremo-centro".
Entenda-se com essa expressão não qualquer conceito ou ideologia, mas sim o núcleo essencial dos problemas e preocupações, reais ou imaginados, que ocupam a generalidade dos membros da sociedade sobre a qual se pretende agir. Não se pretende evidentemente com essa procura descobrir o que pensa a massa para mimeticamente a seguir; mas afirma-se que é preciso saber o que pensa e sente a massa para agir sobre ela.
A outra atitude, de desprezo altivo pela gentinha que permanece nas trevas insensível à verdade, de cultivo orgulhoso do purismo desafiante e do autismo intragrupal, é perfeitamente legítima - mas não é certamente acção política.
A política é uma actividade que tem por destinatários, precisamente, os outros. Manter-se à margem e cavar a trincheira é um direito de cada um, mas já é outra coisa que não política.
O aperfeiçoamento interior, pessoal ou do grupo, foi por exemplo o caminho dos monges do deserto, que abandonaram o mundo exactamente para se afastar das contaminações e se dedicar inteiramente à Verdade - e assim manter-se no rumo da Salvação. Mas estes nunca pretenderam que estavam a fazer política.

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domingo, janeiro 18, 2009

"Correspondência de António Sardinha" 

Com compilação de Ana Isabel Sardinha Desvignes, surgiu agora, editado pela Universidade Católica Portuguesa, o livro: "Correspondência de António Sardinha", reunindo epistolografia do autor.
António Sardinha, natural de Monforte, figura de proa do Integralismo Lusitano, morreu cerca de um ano antes do 28 de Maio de 1926, deixando incompleta uma polémica obra de pensamento político, assim como uma obra poética que merece ser revisitada.
Entre Maio de 1910 e Agosto de 1912, Sardinha escreveria quotidianamente a Ana Júlia Nunes da Silva, de Elvas, sua futura mulher. Cartas de amor redigidas por um jovem e fogoso poeta, mas cartas que constituem também um testemunho vivo do Portugal da proclamação da República, das primeiras incursões monárquicas, das greves operárias ou ainda das primeiras desavenças entre republicanos. Nestas confidências o escritor, então republicano convicto, desabafa, diz as suas esperanças, os seus ódios, descreve as suas paixões literárias e artísticas, revelando igualmente as próprias razões da sua futura viragem política e religiosa no sentido da monarquia e do catolicismo.
Fontes para a História das Ideias e dos Intelectuais no Portugal do princípio do século XX, estas cartas, magnificamente escritas, são o retrato fiel de uma época e, em simultâneo, o auto-retrato de um inesperado, e não menos cativante, António Sardinha.

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Entrevista de Humberto Nuno Oliveira ao DN 

Até ao momento não vi que tivesse saído nada no Diário de Notícias, mas pode ser que ainda saia (talvez "devidamente contextualizado", como se diz na linguagem deles, ou seja misturado com alguma pasquinada sobre os horrores nazis e os terríveis perigos da extrema-direita).
Aqui fica o texto divulgado na quinta-feira pelo cabeça de lista do PNR às próximas eleições europeias:

http://reverentia-lusa.blogspot.com/2009/01/o-jornalista-mrcio-candoso-do-dirio-de.html

O jornalista Márcio Candoso do "Diário de Notícias" endereçou-me dez questões para uma entrevista que, creio, será publicada naquele jornal amanhã., 6ª feira. A base da mesma será a resposta por escrito que aqui vos deixo embora me tenha telefonicamente colocado mais algumas questões, pelo que a entrevista definitiva só mesmo amanhã no "DN".
De qualquer modo para ajudar ao esclarecimento dos leitores aqui fica um "borrão" da entrevista.

1 – Quais são as principais prioridades que vai apresentar aos portugueses na campanha eleitoral para o Parlamento Europeu?

- Denunciar e combater por todos os meios, os malefícios da nossa submissão à UE. Portugal não vive de betão e alcatrão e os milhões que entram diariamente com destino duvidoso, irão ser pagos com elevado juro… O país, a troco dessa esmola, deixou de produzir, deixou abater áreas vitais para a economia e independência, abdicou de sectores vitais para a sua soberania: segurança, fronteiras e moeda, entre outras. Não é, pois, possível Portugal acumular uma crescente dívida externa, ser cada vez mais dependente a todos os níveis e ainda por cima ter uma produção quase nula. Há que denunciar firmemente toda a sorte de trafulhices e sucessivas imposições por parte da classe política que apenas serve interesses inconfessáveis, que não nacionais. Há que pugnar por total transparência nos assuntos europeus que sempre foram mantidos em tertúlias partidistas e jamais apresentadas com frontalidade e submetidas à opinião nacional.
Somos irredutivelmente contra esta União que promove a globalização e o mundialismo – com todo o seu vasto cortejo de nefastas consequências - como geradora da profundíssima crise que nos assola.
Estes objectivos só podem ser alcançados através do reforço dos nacionalistas no Parlamento Europeu, únicos capazes de travar os crimes das politicas federalistas e inverter toda essa mentalidade “federasta”.

2 – Se for eleito, tem a garantia de se integrar num grupo político? Qual? Que outros partidos (e de que países) pertencem a esse grupo?

- O PNR, desde a sua fundação, tem estreitado laços com partidos nacionalistas congéneres, a maioria com assento no Parlamento Europeu.
Na qualidade de único partido representativo da corrente nacionalista em Portugal, temos ao longo dos anos participado em eventos internacionais patrocionados pela Frente Nacional francesa, a Fiamma Tricolore italiana, a Democracia Nacional espanhola, o NPD alemão, o Vlaams Belang flamengo, o British National Party do Reino Unido, o FPO austríaco, o MIEP húngaro entre outros.
Durante várias legislaturas, existiram grupos de parlamentares europeus compostos por algumas das formações atrás mencionadas.
O grupo ITS-Identidade Tradição Soberania, presidido pelo eurodeputado francês Bruno Gollnisch, o qual inclusivamente esteve presente na Conferência dos Presidentes do Parlamento Europeu, realizada em Lisboa em Junho de 2007, foi a derradeira iniciativa do género.
Na eventualidade, de o PNR lograr representação no parlamento de Estrasburgo, como é óbvio, iria integrar a família política que aglutinasse os seus correligionários europeus com os quais mantém afinidade ideológica.

3 – Que pensa do actual estado da União Europeia? E o que seria necessário mudar, na sua opinião?

- A União Europeia evoluiu, rapidamente nos últimos anos, para uma estrutura federal que não desejamos e repudiamos e que, sobretudo, ninguém nos perguntou se desejávamos. Foi construída à revelia dos povos, como se pode comprovar na recente tentativa de fazer aprovar o Tratado de Lisboa pela exclusiva via parlamentar. Felizmente ainda parece existir verdadeira democracia na Irlanda...
A União Europeia deve ser das Pátrias e não um monstro federal. Defendemos uma Europa das Nações, um espaço geográfico e civilizacional no qual as nações europeias possam celebrar pactos e acordos entre si, nos mais diversos campos, desde a economia ao ambiente, da segurança à tecnologia, mas perante os quais as nações sejam totalmente livres e autónomas, só assim a verdadeira Europa poderá fazer face, em pé de igualdade, aos outros poderes mundiais.

4 – Com que espírito aceitou a indigitação para ser cabeça de lista do PNR?

- Como sempre o fiz em política, com o espírito de missão pela causa que acredito e creio ser a melhor para Portugal e para os portugueses e pelo combate contra a “federastia” instalada na classe política portuguesa. Para nós Portugal vale mais que a União Europeia e os Portugueses e seus interesses estarão sempre em primeiro lugar.

5 – No passado mais ou menos recente teceu críticas à estratégia do PNR, tendo, segundo sei, pedido para sair da Direcção do partido. Porque o fez? Encontra-se em condições de cumprir o programa do PNR?

- Os assunto internos do Partido debatem-se no seio do mesmo, partilhados entre os que a ele pertencem. De mim não se espere jamais “lavagem de roupa suja” na praça pública. Direi apenas que pedi para sair da Direcção (mantendo-me porém no Conselho Nacional) por razões que se prendem com questões de orientação no seio daquele órgão e por razões de disponibilidade pessoal. Se não me considerasse capaz de cumprir o programa do partido não teria aceite.

6 – Actualmente – e ainda antes de o PNR se afirmar como força política relevante a nível nacional – assiste-se a uma desunião de vontades na direita nacionalista, havendo vários projectos (eventualmente uns mais sérios que outros) de fundação de novos partidos. Falo do PNP, do Partido da Liberdade e do Bloco Democrático Nacional, de entre o que eu conheço. Gostaria que comentasse.

- A “direita nacionalista” é uma realidade sociologicamente complexa com algum problema de “caudilhismo” inerente e muitas e diversas raízes ideológicas. Pessoalmente sempre pugnei para que tivessemos um único partido que pudesse representar as diversas tendências. Para tal, é certo, dever-se-ão procurar os denominadores comuns, usar de contenção de linguagem e não procurar o óptimo (que é, por definição, diverso), outros assim não o entendem. Tenho pena mas não condeno. De qualquer modo parece-me que estamos a misturar planos, bem distantes entre si, o PNR, goste-se ou não, já conquistou este espaço político, com muita coragem e entrega. O nosso destino é, pois, o crescimento.

7 – É impossível federar as direitas em Portugal? É possível juntar gente de “fato e gravata” com “skinheads”?

- Com vontade, trabalho, paciência e capacidade de diálogo é sempre possível trabalhar em prol dos valores maiores que são Portugal e os Portugueses. Essa foi, é e será a minha postura no seio da por vós denominada “direita”, embora reconheça que é um trabalho complexo dada a pluralidade ideológica e das filiações da “direita”.

8 – Foi acusado de xenofobia e anti-semitismo na blogosfera, onde marca presença há já vários anos? Há aqui alguma verdade ou é exagero de conceitos?

- A blogosfera é um campo que atrai de tudo, muitas vezes a coberto de um desprezível anonimato. É engraçado que surjam essas acusações a meu respeito para as colocar no outro prato da balança daqueles que me acusam de ser “minhotimorense”. Se calhar é a tal abrangência que busco. Recordo, por exemplo, quando coloquei o postal sobre o meu querido amigo e grande herói de Portugal Tenente-Coronel Marcelino da Mata o que me escreveram. Acho que, decididamente por não seguir a cartilha do “politicamentecorretês”, baralho muito as pessoas. Sobre o anti-semitismo como o posso ser se me acusam de ser pró-palestiniano? É que os palestinianos, como sabemos, são semitas. Ou quererão dizer anti-sionista (todos aqueles que condenam a actuação colonial do Estado de Israel), mas quanto a isso nada há a fazer, aparentemente não podemos ser contra as políticas de Israel e contra o sionismo? Temos que obediente e mansamente ser a favor, só porque é “correcto”?
Mas são acusações fáceis para atacar aqueles que ousam tocar em certos tabus. Nós no PNR estamos habituado a isso.

9 – Há muitos anos que milita nesta área política. Prevê que no futuro próximo ela tenha alguma expressão no palco político? Se sim, porquê?

- Acredito e creio que sim. Esta crise em que a globalização e o mundialismo nos colocou terá uma resposta que passará pelo resgate do brio e da honra das pátrias narcotizadas e forçadas à prostração por um sistema que se encontra à beira da falência.

10 – Qual a sua opinião sobre a estratégia política delineada pelo PNR na última convenção nacional. Qual a sua opinião sobre o presidente do partido, sobre o secretário-geral e o presidente da mesa da convenção?

- O último Conselho Nacional, no qual participei, tomou decisões ambiciosas para o Partido e para o seu futuro, que subscrevi. Possa esta candidatura ser um modesto contributo para esse desiderato. Não entendendo a utilidade da fulanização nesta questão, ainda assim posso dizer que dois deles são meus amigos e pessoas que muito considero e respeito e que outro só o conheço exclusivamente das lides partidárias.

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sábado, janeiro 17, 2009

"Por uma escolha nacional nas eleições europeias" 

Continuando a inventariar as posições expressas na blogosfera sobre a anunciada candidatura do PNR nas próximas eleições europeias, juntam-se mais estas duas:

http://manliusj.blogspot.com/2009/01/ao-princpio-era-o-mal.html

http://do-futuro.blogspot.com/2009/01/blogue-do-dia-50.html

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sexta-feira, janeiro 16, 2009

Por uma escolha nacional nas eleições europeias 

Agora foi a vez do Ultimo Reduto consignar a sua posição.
Vem na mesma linha do Estado Novo, do Alma Pátria, do Cidade do Sossego, do Pena e Espada, e do pensamento expresso no próprio Reverentia Lusa - e também aqui neste Área Nacional.
Desenha-se assim uma vasta frente de apoio à candidatura apresentada pelo PNR para as próximas eleições europeias - em que muita e variada gente, sem abdicar de nada nas suas convicções particulares, se dispõe a convergir, desinteressadamente, nessa tarefa concreta de alcançar o melhor resultado possível numas eleições de carácter nacional, porque abrangem todo o corpo eleitoral, o que não deixaria de ter a maior repercussão no futuro do nacionalismo na vida política portuguesa.
Porque este consenso vem de encontro às ideias aqui sempre defendidas, repete-se o apelo que a todos, sem exclusão, se dirige: mobilizem-se, e juntem-se à vaga de fundo. Temos menos de cinco meses...
E se quisermos, nós conseguimos. Yes, we can!

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Nacional-Sindicalismo, e uns desabafos 

Descobrimos hoje dois novos blogues, o Nacional-Sindicalismo e o Impetus, a quem queremos saudar e desejar uma longa vida, cheia de sucessos para a causa do nacionalismo português.
Recomendamos, naturalmente, que os visitem, encoragem e divulguem - as vitórias dos nossos também são nossas.
Aproveitamos para lamentar o infeliz apagamento do "Legião Patriótica", blogue que dispunha de um magnífico recheio, em quantidade e qualidade, que desse modo ficou inacessível para o público - destruindo-se muito trabalho que bem poderia ficar em linha à disposição do público.
Já não é a primeira vez que acontece uma situação destas, e não é possível compreender ou desculpar semelhante atitude, tão grandes são os prejuízos e tamanha é a inconsciência de quem assim procede.
Se alguém até certa altura mantém um blogue e resolve não continuar com ele, por não poder ou por não querer, porque razão há-de apagar o que já estava em linha? Não quer que mais ninguém possa ler?
Embora seja norma desta casa nunca entrar em polémicas inúteis, resolvemos abordar esta questão por nos parecer um exemplo paradigmático do que não se deve fazer. Se não querem fazer mais nada, ao menos o que está feito deixem estar. Sempre pode aproveitar a alguém!
Será razoável andar eternamente a construir e a destruir, e a começar de novo?
No mesmo plano desta atitude situamos a escolha, que encontramos de vez em quando, dos blogues com acesso restrito. Se tanto trabalho dá manter um blogue totalmente aberto ao público como manter um blogue para os cinco ou dez amigos a que permitimos o acesso, que motivos haverá para a segunda opção? Pressupondo que se trata de blogues de natureza política, porque é disso que estamos a falar, não se consegue vislumbrar justificação para esta bizarria. Fazer política é falar para a cidade, partir à conquista de todos, porque o objecto desta é a vida da cidade (já explicava Aristóteles, citado aqui por este confrade). É o contrário do clubismo, do amiguismo, da cultura de tertúlia e do chá das cinco, do enclausuramento voluntário. O que é preciso é sair do isolamento, não fomentá-lo!
Quando tenho elogiado as virtualidades dos blogues, e tanta vez o tenho feito, isso deve-se a ver neles um instrumento de comunicação com a opinião pública, um veículo de criação de opinião e da sua massificação, uma arma no combate político. Nunca um entretenimento para o serão, como os encontros de jogadores de sueca. Blogues à porta fechada, nunca tal me tinha ocorrido.
E termino, que a irritação é um perigo para a tensão alta e faz mal ao fígado.
Mobilizem-se, pá!

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quinta-feira, janeiro 15, 2009

Para as eleições europeias: PNR 

Uma voz a escutar e a seguir: Pena e Espada.

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Diálogos de Doutrina Anti-Democrática 

Novidade das Edições Réquila:
O livro "Diálogos de Doutrina Anti-Democrática", de António José de Brito, que o autor publicou e distribuiu pela primeira vez em 1975, no auge da revolução, está de novo disponível, em segunda edição. Inclui agora uma nota à 2ª edição, acrescentada pelo autor.

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quarta-feira, janeiro 14, 2009

A intervenção cívica como exercício identitário 

Por concordar inteiramente com as posições defendidas, e porque a análise e as propostas adiantadas me parecerem de importância essencial, copio o artigo recentemente publicado por João Martins no Blog Identitário.

É comum ouvirmos diariamente os nossos concidadãos tecerem duras criticas ao estado actual do regime partidocrático e consequente degradação das instituições democráticas, as quais cada vez mais representam autênticos ninhos onde grassam o caciquismo, os jogos de influência, o lucro em proveito próprio, o amiguismo, a promiscuidade entre o aparelho político e empresarial, entre outras actividades nas quais reina a absoluta ausência de valores morais.
Não se chegou a este estado lastimável por acaso, não é algo conjuntural, é isso sim, é preciso dizê-lo, algo que tem origem na própria estrutura ideológica do regime, ou seja, é consequência de uma política que subjuga o poder político ao poder económico, confundido o segundo com o primeiro através da influência tentacular que esse apresenta por via do domínio do aparelho mediático, permitindo assim desviar ou chamar as atenções para aquilo que bem se entende e, por conseguinte, condicionar o livre pensamento, a liberdade de expressão e de acção de todos aqueles que se manifestam em oposição a este estado de coisas.
Por outra parte, e aqui também é imperioso denunciá-lo, a oposição pouco tem feito para se afigurar como uma alternativa séria. Atente-se que não me refiro à chamada oposição, a oposição oficial às políticas governamentais, na verdade uma caricatura no sentido em que é esta mesma oposição um sustentáculo do regime, dada a cumplicidade e conivência desavergonhada. A oposição, aquela que está fora das malhas do sistema, essa demonstra total incapacidade para estruturar uma real alternativa de ideias, de valores e mesmo na postura, em suma, demonstra ser incapaz para erigir uma verdadeira contracultura. E não o consegue fazer porque se insiste em fazer mais do mesmo, sem se perceber que não se pode aguardar nada de diferente quando se faz exactamente o mesmo. A cultura política é quase inexistente nas hostes antagónicas ao regime e esse facto leva a que persista a dificuldade em perceber que o campo da acção política não se resume, nem pode resumir à actividade partidária e muito menos ao todo-eleitoral. O cerne da questão passa invariavelmente pelo assumir de uma nova forma de fazer política, uma abordagem inovadora e descomplexada, liberta da dependência dos partidos e que não nos deixe condicionar pelos mesmos, ou seja, uma dinâmica política, social e cultural que nos coloque em directo contacto com o povo. Essa via dá pelo nome de intervenção cívica.
O fim último de qualquer organização, seja de que índole for, é a aceitação popular de uma ideia, de uma concepção societária. Para se alcançar esse estágio é necessário, antes de mais, ter poder. Porém para se ter poder é preciso desenvolver mecanismos que visem à difusão dos ideais da organização, seja pelo convencimento da justeza dos mesmos, seja pela influência, em forma de lóbi, juntos dos organismos institucionais. Somente aqueles que tem capacidade para influenciar podem, com propriedade, dizer que possuem poder, poder para mudar aquilo que consideram estar errado.
Ora, que mecanismos temos ao nosso dispor para podermos realmente tornar-nos na tão almejada alternativa? Muitos, atrevo-me a dizer. É certo que não possuímos a capacidade financeira dos nossos adversários, não temos os meios de comunicação que eles detêm, porém, múltiplos são os meios que podemos empregar e sem a obrigatoriedade de elevados custos financeiros. A internet, quiçá o derradeiro espaço livre, afigura-se como um excelente instrumento para se chegar a uma audiência de centenas ou milhares de pessoas. Este é somente um exemplo onde podemos exercer a intervenção cívica, no entanto existem muitas outras formas de fazer política diariamente. Ora vejamos, quantos de nós estão envolvidos nas comissões de moradores? Quantos de nós pertencem às associações de estudantes nas escolas e universidades? Quantos de nós intervêm nas reuniões de pais e procuram ter um papel crucial na educação que os filhos têm nas escolas? Quantos de nós procuram envolver-se nos sindicatos e comissões de trabalhadores? Quantos de nós pertencem aos escuteiros e dessa forma procuram influenciar uma parte da juventude que pela sua conduta está muito próxima daquilo que preconizamos? Quantos de nós pertencem ao rancho folclórico da sua região e dessa forma ajudam à preservação da identidade carnal do seu povo? Quantos de nós são membros de uma banda musical que reflicta nas letras a nossa forma de conceber a vida e o mundo? Quantos de nós pertencem às associações culturais e recreativas das suas localidades? Enfim, poderia continuar por aí adiante a salientar aspectos das nossas vidas diárias que poderiam ser rentabilizados para benefício das nossas ideias, mas que por inércia ou receio infundado nada se faz.
A intervenção cívica revela-se como uma excelente oportunidade para sairmos da redoma em que temos estados encerrados, pois, além de ser uma actividade significativamente respeitada, permite uma aproximação aos mais diversos sectores da nossa população, com a garantia de que se formos determinados e convictos naquilo em que nos envolvermos, encontraremos terreno fértil para a difusão do nosso ideário, abrindo brechas na malha do sistema e criando zonas livres e desintoxicadas da propaganda do regime. Tal deve ser doravante a nossa linha de actuação.
Estabelecer objectivos concretos por via da intervenção cívica, eis uma fórmula que trará inegavelmente resultados positivos no campo da acção política, social e cultural deste nosso combate identitário. Poderá demorar, pouco importa, a pressa sempre foi inimiga da perfeição.

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terça-feira, janeiro 13, 2009

O PNR ao Parlamento Europeu ! 

Ao que já tinha noticiado, acrescente-se o apoio da Cidade do Sossego.
É preciso não parar até 7 de Junho.
Por Portugal, na Europa!

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segunda-feira, janeiro 12, 2009

EM JEITO DE INÍCIO DE CAMPANHA ELEITORAL 

Como já foi anunciado pelo PNR, o Humberto Nuno Oliveira vai ser o cabeça de lista às eleições Europeias.
Este vosso humilde escriba pelos vistos também vai fazer parte das listas.
Embora o seu blogue reflicta unicamente posições pessoais e não necessariamente do partido, achou por bem responder a algumas perguntas que lhe foram postas noutro espaço.
A única candidatura do campo nacional deve merecer o seu apoio e divulgação.
Em frente com a candidatura nacional ao Parlamento Europeu!
Por Portugal, na Europa!

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domingo, janeiro 11, 2009

Ao trabalho! 

É urgente intensificar o trabalho na internet, afirmando cada vez mais a presença nacionalista.
Lembram-se da reforma agrária, em que se gritava "a terra é de quem a trabalha"?
Pois a opinião pública também é de quem a trabalha...
São precisas vozes que exprimam alto e forte a dinâmica de um movimento em marcha.
Força companheiros! Só são vencidos os que desistem!
Espreranças para o combate do futuro:

O CACIQUE
ANSIÃES PURA
MENTE VERTICAL
NACIONAL CRISTIANISMO
O REACCIONÁRIO
ALTERNATIVA SOCIAL

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sábado, janeiro 10, 2009

A solução de Israel 


Um trabalho de Miguel Cravo.

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quinta-feira, janeiro 08, 2009

Eleições para o Parlamento Europeu. 

Como já foi noticiado, o PNR apresenta lista de candidatura às próximas eleições europeias, tendo como cabeça de lista o Dr. Humberto Nuno de Oliveira.
O tema já foi falado na blogosfera, em termos que me parecem justos e adequados:
Leia-se o Estado Novo e o Reverentia Lusa.
Seguindo o mesmo rumo, consigno desde já que este blogue não faltará no apoio a essa candidatura, a única candidatura do campo nacional.
Pela nossa parte, a campanha pode começar já. Em frente com a candidatura nacional ao Parlamento Europeu! Por Portugal, na Europa!

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Eleições para o Parlamento Europeu-. 


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Tome a palavra! 

É urgente participar:

FORUM PÁTRIA

FORUM NACIONAL

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quarta-feira, janeiro 07, 2009

Mensagem do Presidente do PNR 

Do Presidente aos Nacionalistas - Janeiro de 2009

O ano 2009 inicia-se sob o espectro da crise internacional, da depressão e todas as suas nefastas consequências.
Os portugueses sabem bem que vão passar mal; vão passar pior ainda!
Contudo, a tão falada crise internacional não pode ser uma desculpa para os políticos se vitimizarem e continuarem a enganar os portugueses com discursos de passa culpas.
A verdade é que essa crise internacional, de causas complexas, sem dúvida, e consequências imprevisíveis é, afinal, o resultado das políticas mundialistas e capitalistas selvagens que aniquilam as Nações, os trabalhadores e as famílias. É o resultado das políticas de alinhamento dos nossos governantes e por eles coadjuvadas. É o capitalismo a provar o seu próprio veneno.
E nessa medida, quanto mais fragilizada e dependente se encontrar a economia nacional, mais se sentem os efeitos da crise.
São precisamente os mesmos que entregaram de bandeja a soberania nacional, a moeda, o tecido produtivo, os centros de decisão e os sectores vitais da Nação, que agora se queixam das consequências que a crise “que vem de fora” vai trazer à tão débil e dependente economia portuguesa.
Mas pior do que a crise; bem pior do que esta ou outras crises, que ciclicamente afectam um ou vários países, é o facto de Portugal estar moribundo, sem presente nem futuro, por estar entregue a uma classe política que criou uma teia corrupta de poder. Corrupta e imoral!
É recorrente a prática de ilegalidades corruptas, mas também a prática de actos que não sendo ilegais, são da mais gritante imoralidade. Isto é o pão-nosso de cada dia, sem pudor, que se desenrola sob o olhar apático, triste e sem reacção dos portugueses.
É Portugal que anda a ser sugado até à medula por uma classe de dirigentes que se favorece a si mesma e aos seus amigos. É uma vergonha! Ou… falta dela!
A corrupção e a imoralidade da Administração Pública saem muito mais caras a Portugal do que a crise! É preciso que de uma vez por todas os portugueses deixem de acreditar nesses discursos estafados e percebam que realmente a corrupção está a levar Portugal ao abismo. E que há culpados!
Em 2009 teremos três ocasiões para correr com os grandes responsáveis por este estado de coisas.
E não é com a abstenção da indiferença ou descrença que se resolve alguma coisa.
Não é também com o chamado “voto útil” nos mesmos inúteis (e culpados) de sempre, que se vai mudar.
Não é também com a inutilidade de votos nulos ou com a irresponsabilidade de votos em branco (como cheques em branco…).
Quem optar por uma das “soluções” anteriores, não tem moralidade para se queixar depois.
É preciso dar claros sinais de mudança e de protesto contra esta gente que desde o fatídico ano de 1974 destrói Portugal. É preciso fortalecer a única alternativa e esperança para Portugal: o Nacionalismo! O PNR!
As primeiras eleições são as “Europeias” no dia 7 de Junho.
O PNR tem posições claras e firmes de oposição à União Europeia. O PNR tem posições vincadas Independência Nacional incompatíveis com o federalismo da União Europeia. Mas a luta faz-se por dentro.
Assim, no dia 7 de Junho, apelo a que os Nacionalistas não deixem de ir votar no PNR cuja lista será encabeçada por Humberto Nuno de Oliveira que, bem sabemos, irá representar e defender ao mais alto nível as nossas profundas convicções e o nosso combate.
Desde já, é dever de cada Nacionalista apoiar e divulgar, de todas as formas que estiverem ao alcance de cada um, a campanha pelo PNR nas “Europeias 2009”.

José Pinto-Coelho
7 Janeiro 2009

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terça-feira, janeiro 06, 2009

Nous sommes tous des Gazaouis 

Le presse annonce ce matin que le chiffre de 500 morts palestiniens aurait été dépassé à Gaza.
500 morts c’est beaucoup…
Mais pour bien comprendre l’importance de ce nombre, il importe de le mettre en perspective.
La population de Gaza n’est que de 1,5 millions de habitants, ce qui fait que si l’on extrapole le chiffre des 500 assassinés par l’armée de l’entité sioniste à la population française et à celle des USA cela équivaudrait à 20.000 morts en France et à 100.000 aux Etats-Unis…
Ainsi donc, en 2009, après des années d’un blocus inhumain, après une semaine de
bombardements, une des plus puissantes armées au monde peut attaquer un territoire surpeuplé et y massacrer impunément qui bon lui semble.
Ce crime de guerre est rendu possible grâce à la complicité de l’Union Européenne: la décision du Conseil - sous présidence française - du «rehaussement» des relations entre l’Union et l’entité sioniste alors que la classe politique israélienne était lancée dans une surenchère électorale guerrière a été, à juste titre, comprise comme un «permis de tuer». La réception de Tzipi Livni à Paris par Sarkozy et Kouchner fut de même un encouragement à l’agression.
Ce crime de guerre est rendu possible par l’éternelle complicité des Etats-Unis qui n’ont jamais cessé de surarmer l’entité sioniste et de la renflouer financièrement, tout en permettant, du fait de leur droit de veto à l’ONU, à ses dirigeants, civils ou militaires, qui violent sans arrêt le droit international et se rendent coupables régulièrement de crimes de guerre et de crimes contre l’humanité, de bénéficier d’une impunité totale devant les instances internationales.
Ce crime de guerre est rendu possible enfin grâce à l’atonie volontaire des médias et des leaders d’opinions de l’Occident qui maintiennent l’opinion publique dans la torpeur. En France, par exemple, les mêmes qui se scandalisent et qui mobilisent à tout va quand la porte d’une synagogue est taguée ou quand un militants de la LDJ est bousculé, les mêmes qui dénoncent Dieudonné ou Jean-Marie Le Pen comme des individus mettant en péril la démocratie, observent au mieux une réserve qui ne leur est pas habituelle, au pire ne cachent pas leur satisfaction et continuent leur désinformation médiatique.
Il ne viendrait à l’idée d’aucun de ceux qui déclaraient au lendemain du 11 septembre «Nous sommes tous des Américains» de proclamer aujourd’hui «Nous sommes tous des Gazaouis». C’est pour ma part ce que je fais, c’est ce que je convie tous mes amis à faire. A défaut de pouvoir s’engager plus, utilisons les symboles et les quelques moyens militants qui sont à notre portés. Boycottons les produits de l’entité et faisons campagne pour ce boycott. Manifestons et poussons nos proches et relations à manifester. Faisons entendre dans ces manifs les vrais slogans radicaux et non pas ceux politiquement corrects des amis de Buffet et Besancenot.
En ce début d’année, le slogans «A Paris, comme à Gaza, Intifada!» que certains d’entre nous scandaient à la fin du siècle dernier est plus que jamais d’actualité.

( Christian Bouchet )

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Encontro nacionalista na Figueira da Foz 

Dando seguimento a uma série de iniciativas no Distrito de Coimbra, realiza-se no dia 14 de Março na Figueira da Foz um encontro de militantes nacionalistas.
O programa inclui um almoço, aberto a todos os nacionalistas do distrito bem como àqueles que resolverem ajudar com a sua presença, e depois do almoço segue-se uma distribuição de panfletos pela cidade.
Para inscrições:
email : PNRCoimbra@gmail.com
telemóvel: 961488375
http://coimbraterraportuguesa.blogspot.com/

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segunda-feira, janeiro 05, 2009

Militar na internet 

A minha repetida proposta de privilegiar a criação de uma larga "zona nacional" na net tem sido largamente ignorada pela maioria dos destinatários.
Julgo que existem vários motivos para isso.
Um, sejamos francos, é a preguiça e a pouca vontade: trata-se de um trabalho chato, aborrecido, de continuidade e repetição, na frieza do computador e do teclado, e só pode dar frutos a prazo, não se vendo nada no imediato.
Outro motivo contra é o instinto gregário e o romantismo juvenil, aquele entusiasmo adolescente que sente muito mais o calor da rua, das colagens, dos carros de som, das distribuições de panfletos, dos cartazes, das multidões, das reuniões e assembleias, da exibição pública, do calor da camaradagem em convívio e movimento - ou seja, os meios tradicionais de propaganda política.
Mas, seguindo-se esse caminho, como se aprende com a experiência, depois vêm logo as frustrações, o bater com a cabeça nas paredes (as mesmas onde outros já antes bateram com a deles).
Os belos cartazes e as vistosas faixas, que custaram um dinheirão, e gastaram noites de trabalho aturado e dedicado a toda a rapaziada mobilizada (e estavam uma beleza!) foram todos facilmente arrancados em poucas horas. As massas não chegaram a ver o fruto do esforço e da militância.
Chegados a qualquer momento relevante, como uma campanha eleitoral, os meios de comunicação tradicionais, televisões, rádios, jornais, etc, salvo alguma distracção cumprirão a directiva de ignorar os nossos esforços.
Os outros terão publicidade de borla e até fartar, serão convidados para os debates e entrevistas, mas nós certamente que não. Os nossos comunicados e iniciativas serão fornecidos às redacções, mas deles não surgirá nem eco nem sinal, e o trabalho esbarrará sempre nos muros de defesa do sistema.
Pode mesmo fazer-se um belo comício com dez vezes mais pessoas do que outro de um partido bem relacionado no meio e que até surgiu em destaque no telejornal - mas o nosso não será nem sequer noticiado.
Tudo isto já aconteceu, e muitas vezes. Mas infelizmente cada um só acredita depois de se passar consigo.
Face a tudo isto, que se irá observar e sentir de novo, torna-se mais actual do que nunca a insistência: aproveitem a disponibilidade da rede, enquanto ela existe. Criem uma vasta "zona nacional". A informação, a formação, ou a simples propaganda, que aqui estiver colocada, pode chegar a um número indeterminado de pessoas. Podemos não ter essa sensação física da proximidade, mas as masssas estão aqui, muito mais numerosas do que no metropolitano à hora de ponta.
O nosso trabalho rende, mesmo que não se veja de imediato. Fica. A tarefa do inimigo, de nos anular neste meio, é infinitamente mais complicada do que jogando nos territórios que ele já controla.
Pensem, mais com a cabeça do que com o coração ou os instintos. As revoluções fazem-se com ideias. Analisem os custos e as potencialidades de fomentar esta estratégia, e sobretudo comparem-nas com as alternativas - já experimentadas e mais que experimentadas.
E actuem em conformidade.

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Os nacionalistas e a blogosfera 

Porque se deve apostar em criar um blogue? Algumas razões, devidamente fundamentadas:

1) É fácil, é barato, e mesmo sem dar milhões permite ter um canal de intervenção onde podemos dizer precisamente o que temos para dizer. Além disso, dá um extraordinário treino de escrita, e preparação intelectual para o combate ideológico.
2) Neste momento é o instrumento de acção política que está na nossa mão, e que devíamos explorar, com criatividade e insistência. Uma grande rede de blogues com uma orientação de área nacional, em termos culturais e políticos, podia substituir os meios de comunicação de massas a que não temos acesso.
3) Antes de tudo, cada um de nós deve fazer algo em que só dependa de si. Viaja melhor quem viaja sozinho. Assim nunca ninguém será apanhado em fracassos colectivos, e não pode haver desculpas com as falhas dos outros, nem há lugar para alibis.
4) Todos têm tempo para isso, se quiserem ter. Cada um terá o ritmo que marcar para si, e que for capaz de aguentar. Evidentemente que é um teste, um teste à força de vontade, à paciência, à perseverança, até às capacidades individuais - capacidade de trabalho, capacidade de comunicação, talento e génio individual. Mas quem tem medo de se pôr à prova?
5) Criar um blogue é obra de um minuto, e as nossas palavras podem chegar a uma infinidade de pessoas. Dependerá muito da nossa capacidade para atrair o interesse dos outros. Mais um desafio. Quem há aí que não goste de desafios?
6) É essencial chegar aos outros, ultrapassar o confinamento e o silenciamento da intervenção cívica dos nacionalistas. O meio em questão possui potencialidades quase infinitas.

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Blogues para o futuro 

O Cacique

Mente Vertical

Legião Patriótica

Ansiães Pura

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sábado, janeiro 03, 2009

Falangista soy, falangista hasta morir o vencer... 


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Um hino histórico: Prietas las filas 



Lembrando 1942, e el Frente de Juventudes:

Prietas las filas,
recias, marciales,
nuestra escuadras van
cara al mañana
que nos promete
Patria, Justicia y Pan.

Mis camaradas fueron a luchar,
el gesto alegre y firme el ademán;
la vida a España dieron al morir,
hoy Grande y Libre nace para mí.

Lánzate al cielo, flecha de España,
que un blanco has de encontrar;
busca el Imperio, que ha de llevarte
por cielo, tierra y mar.

Ya las banderas
cantan victoria
al paso de la paz;
y han florecido,
rojas y frescas,
las rosas en mi haz.

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sexta-feira, janeiro 02, 2009

PERMANECER PARA CRIAR 

Seja onde for que se manifeste qualquer maioria abdicando ou abandonando as atitudes e as ideias justas, nunca renegaremos os nossos princípios nem nos desviaremos das nossas convicções. Entendemos que o cumprimento do dever possui uma importância primordial e que é indispensável manter um testemunho inteiro da verdade. Desdenhamos do relativismo, tão corrente e crescente onde seria de estranhar que ele se instalasse. Recusamo-nos ao extraordinário acervo de contradições, de desnecessários e duvidosos realismos, de pressurosas adaptações.
Consideramos que certas posições representam uma forma de fatalismo, uma submissão a quanto nomeiam de irreversível (com extensões e funduras espantosas). Assim, praticam uma justificação de tudo aquilo e contribuem, afinal, para solidificar o que seria desejável que não se tivesse instalado e que seria meritório fazer todo o possível para abalar e - quem sabe? - derrubar. Por falta de intransigência, de constância, de acorrer aos postos de combate e aí permanecer, cada um de vários ou de muitos instaura um clima de deserção, de tibieza, de abastardamento; em vez de, pelo contrário, aumentar, intensificar e expandir a firmeza, a fé e o espirito de sacrifício. No meio da descrença geral, vão desaparecendo e renunciando os que deviam ser inamovíveis focos de resistência e luta.
Queremos apelar aos nacionalistas, para que reflictam e mergulhem bem no íntimo propulsor dos actos maiores. Quem se corrige pauta-se pela regra; quem se pauta pela regra regula-se; quem se regula torna-se semelhante ao rei e propriamente um rei.
Confessar um erro e emendar-se dele é nobre. Perseverar no erro é diabólico. Quando o espirito está afectado, a epidemia grassa: eis a porta aberta à morte e à possessão.
Em lugar do pequeno maquiavelismo, do jogo da alta-baixa política, preferimos a irredutibilidade dos que querem permanecer na honra, iguais a si mesmos e ao que os ultrapassa, ao que foi timbre e herança do passado e que cumpre transmitir ao futuro; como depositários, guardando as sementes e, na medida total das nossas capacidades, deitando-as à terra que laborarmos.
Afirmamos ainda que esta atitude de idealismo e de pretenso "irrealismo" tem uma função vital e decisiva na construção da realidade (que não se limita a mero dado), assumindo, pois, um carácter também realista.
Não nos remetemos à condição de resignados. Não nos curvamos ao jugo e à desculpa duma condenação. Acompanhando e confirmando a declaração de outros, não julgamos ser apenas os últimos de hoje; "afrontosamente", sustentamos ser os primeiros de amanhã.
As nossas recusas provêm do irrecusável, da aceitação de responsabilidades incómodas. As nossas rejeições traduzem um modo de assumir. Dizemos não, pelo imperativo sim a que estamos ligados. Não nos movemos no indiferentismo, nem com a interesseira prudência, nem por simples negativismo, mas sim na vivência da profunda afirmação.

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quinta-feira, janeiro 01, 2009

Legião Patriótica 

Ano novo e vida nova para um blogue nacional: Legião Patriótica.

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