terça-feira, abril 29, 2008
Duas revistas
Ainda não têm os vossos exemplares?
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Jantar de comemoração do 1º de Maio 2008
É necessário fazer inscrição prévia.
O local de encontro, seguido de deslocação para o local do jantar, será no Areeiro, junto à praça de táxis (no dia 30 de Abril, pelas 20.30).
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segunda-feira, abril 28, 2008
PND, PPM e PDA: coligação nos Açores
O presidente do PDA adiantou à agência Lusa que depois de "diversas reuniões" com dirigentes regionais do Partido Popular Monárquico (PPM), Partido da Nova Democracia (PND) e ainda independentes, ficou decidido estabelecer este projecto de coligação, que pretende "reunir forças e fazer uma frente democrática que permita eleger deputados" ao Parlamento açoriano.
"Depois da auscultação e de diversas reuniões informais, foi concluído que o PDA concorrerá em coligação com o PPM, PND às próximas eleições regionais", frisou José Ventura.
Segundo o dirigente, ficou também aprovado convidar o deputado independente, no Parlamento açoriano, Paulo Gusmão para encabeçar este movimento eleitoral.
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Conferência de Imprensa de apresentação dos núcleos do PNR no Algarve
Os núcleos algarvios do PNR - Faro, Portimão e Loulé - foram apresentados no dia 26 de Abril de 2008, num hotel de Loulé, pelo Presidente José Pinto-Coelho, na presença de várias dezenas de militantes e alguns meios de comunicação regionais.
O Presidente do PNR transmitiu total confiança no trabalho a realizar pelos dirigentes eleitos, esperando o partido conseguir uma implantação local adequada ao elevado número de simpatizantes naquela região do país.
Um dos principais objectivos do PNR para 2009, é conseguir representatividade local de modo a fazer chegar as suas propostas políticas a todos os portugueses, sobretudo os descontentes e que não acreditam no actual sistema.
Após as palavras de José Pinto-Coelho que aqui se publicam, houve um período de questões colocadas pelos jornalistas e também pela assistência.
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Camaradas Algarvios,
Boa tarde!
A razão de ser desta conferência de imprensa prende-se com o lançamento oficial dos primeiros núcleos do PNR no Algarve.
O PNR, fruto de um constante esforço de activismo é já um partido conhecido e incontornável no panorama político nacional.
Mas o facto de ser conhecido, de ser falado na comunicação social com alguma relativa frequência, de ter passado da sombra do desconhecimento para as luzes da visibilidade pode criar uma falsa ilusão de que ele está já presente na mente das pessoas bastando assim esperar pelos votos.
Nada mais errado e perigoso!
O PNR apenas iniciou o seu caminho de visibilidade e veiculação da sua mensagem, e se já é conhecido por muitos é ainda desconhecido por muitos outros e, sobretudo, a sua mensagens e as suas propostas são ignoradas pela maioria das pessoas.
É bom termos em conta os pressupostos de que a memória colectiva é curta, de que as pessoas são maciçamente bombardeadas por uma comunicação social que apresenta os cinco partidos do poder como sendo os únicos e por fim de que maior parte das vezes que se fala do PNR ou dos Nacionalistas – que, apesar de tudo são pouquíssimas – a mensagem que passa não é na primeira pessoa mas sim pela boca de forças apostadas em nos denegrir e nos reduzir a umas quantas bandeiras apresentadas de forma adulterada e caricaturada.
O ano de 2007 foi crucial e foi um ponto de viragem na história do PNR devido ao mediatismo de que foi objecto, mas esse mediatismo foi apenas uma gota de água se comparado com a necessidade imperativa de que os portugueses saibam da nossa existência e das nossas propostas.
Esse mesmo mediatismo, nos últimos meses eclipsou-se… Não por falta de actividade nossa ou de tomadas de posição comunicadas regulamente à imprensa, mas por outros motivos que nos são totalmente alheios…
Seja como for, é por demais evidente que a estratégia do PNR jamais passaria por descansar na boleia da comunicação social a fim de fazer chegar a sua mensagem devidamente aos portugueses.
A verdade é que o PNR, com todas as dificuldades próprias de um partido sem meios e ainda com a estigmatização de que é alvo, é, na verdade um partido vivo, dinâmico, emergente, com um imenso potencial de crescimento e absolutamente necessário a Portugal.
O PNR faz falta!
Mas, como diz o povo, quem não aparece, esquece!
Assim sendo, e contando desde logo com o bloqueio e silenciamento imposto pelos media, o nosso crescimento e divulgação junto das pessoas passa necessariamente pela acção de rua constante, entendida a diversos níveis, pela implantação local e pela sólida organização interna.
Estamos por isso a falar de uma eficaz rede de núcleos, cooperante e criadora de sinergias.
Isso, não duvidem, é a tarefa mais difícil que enfrenta um partido sem máquina sem meios e sem funcionários.
Mas não podemos passar ao lado dessa realidade. O crescimento sustentado e real do partido passa por esse trabalho de fundo, constante e aturado dos vários núcleos.
Em 2005 quando assumi a presidência do partido elegi dois grandes objectivos: trazer o PNR para rua e conferir-lhe organização interna.
Se o primeiro foi plenamente alcançado, o segundo claramente não.
Este foi ofuscado, iludido e preterido pelo sucesso do primeiro.
Desse modo, o grande objectivo presente passa pela viragem para dentro, pela criação de uma organização interna e, claro está, pela estrutura dos núcleos.
É justamente por esse motivo que estou aqui hoje a apresentar os três primeiros núcleos oficialmente instituídos no Algarve, nos quais a Comissão Politica Nacional deposita a maior confiança e esperança.
O Rui Roque em Faro, o António Perpétuo em Portimão e o João Grade em Loulé são agora o rosto do Partido no Algarve e em concreto em cada uma destas cidades.
O trabalho e o crescimento do PNR no Algarve depende deles.
Eles sabem bem que aqui não há tachos nem honrarias porque este partido não é uma agência de emprego ou um caminho de promoção como sucede com os partidos do sistema.
Sabem que aquilo que escolheram foi trabalho e responsabilidade!
Perante os militantes, apoiantes e votantes algarvios eles são de facto os seus dirigentes e são o “Presidente” do PNR nas suas cidades, naquilo que isso possa de certa forma significar em termos de reconhecimento e respeito. Mas sendo o rosto concreto de uma parte do partido, assumiram o que isso acarreta para o bem e para o mal.
A eles é lhes pedido que sejam verdadeiros trabalhadores em prol do PNR e, por isso, da Nação portuguesa. A eles é-lhes pedida uma grande responsabilidade de um trabalho constante, perseverante e heróico. Impermeável ao desânimo!
A eles compete promoverem encontros regulares com os militantes e simpatizantes da sua zona; coordenar a mobilização dessas pessoas para actividades locais ou nacionais, manter um contacto regular com o seu Coordenador – no caso presente, o Vasco Leitão – informando-o e consultando-o acerca das actividades; fomentar a aproximação de novos simpatizantes; contribuir para que os seus militantes tenham as quotas em dia; enaltecer o trabalho de quem merece e motivá-lo a que continue.
Contamos com eles ainda para garantirem as candidaturas algarvias às eleições.
Contamos que eles tenham iniciativa de modo a estarem sempre junto das populações e não aparecerem apenas em época eleitoral sendo mais uns entre tantos. Quem não aparece, esquece! E não podemos ficar instalados à espera que as pessoas se lembrem de votar no PNR se nem sabem da sua existência ou pelo menos ignoram quais são as suas grandes linhas de pensamento.
Desejo pois que o trabalho destes novos dirigentes – de quem se espera iniciativa, cooperação e coordenação de esforços – seja um exemplo para o PNR Nacional.
Espero ainda e peço, que a comunicação social regional, que tem um peso ímpar e uma excelente penetração nas populações locais, não se esqueça que o PNR existe, luta e quer fazer vingar um projecto único, diferente e que se concretiza na grande alternativa nacional para salvação de Portugal.
A bem da Nação, que viva o PNR no Algarve!
Obrigado!
José Pinto-Coelho 26 de Abril de 2008
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Núcleos algarvios do PNR apresentados em Loulé
Na presença de 30 militantes e vários representantes dos meios de comunicação regionais algarvios, foram apresentados no dia 26 de Abril de 2008 em Loulé pelo Presidente do PNR, José Pinto Coelho, os núcleos de FARO, PORTIMÃO e LOULÉ do PNR.
O Presidente do PNR mostrou total confiança nos dirigentes eleitos, e apesar das normais dificuldades de enfrentar o sistema politico corrupto, os núcleos deverão mostrar que o PNR partilha os problemas de Portugal e está no terreno a sensibilizar os Portugueses.
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PNR alarga as bases no Algarve
O Partido Nacional Renovador (PNR) escolheu o Algarve para alargar as bases. Este fim-de-semana foram apresentados os líderes de três primeiros núcleos oficiais: Faro, Loulé e Portimão - segunda cidade do país com mais simpatizantes.
O presidente PNR, José Pinto-Coelho, veio a Loulé no passado dia 26 de Abril apresentar oficialmente os nomes de Rui Roque para liderar Faro, João Grade em Loulé e António Perpétuo em Portimão.
“No Algarve o PNR tem sido uma história de sucesso. Não me perguntem porquê que eu não sei responder. Mas a região tem centenas de simpatizantes. Não é por acaso que estamos aqui a lançar os três primeiros núcleos oficiais além de Lisboa”, salientou Pinto-Coelho.
O responsável fez questão de referir que depois de Lisboa, Portimão é a cidade com mais militantes e simpatizantes, tendo recebido “largas centenas de pedidos de adesão”. Porém não quis avançar números concretos porque “ainda não estão contabilizados”.
Legislativas, Europeias e Autárquicas. O PNR quer avançar com candidatos em todas estas eleições. Portanto Faro, Loulé e Portimão irão contar com o PNR nas urnas. Mas Pinto-Coelho não garantiu que os líderes recém apresentados venham a ser os candidatos.
“Fazer com que a população nos conheça melhor é o nosso objectivo”, sublinhou Rui Roque. O responsável pelo núcleo de Faro garante que o PNR vai andar na rua em acções de divulgação ideológica.
Quanto a legislativas o partido tem “dois grandes objectivos”. Pinto-Coelho diz que um “é alcançar a meta dos 50 mil votos para conseguir financiamento Estatal”. E o outro objectivo “é eleger um deputado à Assembleia da República”.
No entanto sabe que o caminho é difícil e explica: “Filiar-se no PNR não é como filiar-se no PSD. É preciso ter coragem!”. Justifica: “A maioria das pessoas não conhece o PNR ou tem uma visão deturpada do partido. Quando se fala no PNR fala-se de uma forma deturpada e estigmatizada”.
No entanto acredita que o partido “tem um imenso potencial de crescimento” e que “é um projecto único, diferente, a grande alternativa para salvar Portugal”. “Aqui não há tachos nem honrarias. Este partido não é uma agência de emprego como são os partidos do sistema”, rematou.
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Investigação policial
«Através das escutas telefónicas e da monitorização do site fórum nacional chegámos à conclusão que se tratava de um forum de cariz nazi, fascista, racista, xenófobo e homofóbico, em que alguns personagens resolveram associar o nacional e o social, e através do qual os individuos pretendiam criar uma rede/network ligada às células/chapters no estrangeiro, que por sua vez têm ligação com o terrorismo internacional, isto com o objectivo de levar a cabo atentados e derrubar o estado de direito democrático.»
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quinta-feira, abril 24, 2008
Livros: Ensaios de Filosofia do Direito
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Começar pela base
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Os jovens italianos vivem actualmente de uma forma absolutamente parasitária. Acreditam que tudo é garantido e têm infelizmente menos valores a cada dia que passa. Aceitam os dias como eles surgem e não pensam no que fazem os políticos, mesmo quando eles falham. É claro que conseguem distinguir quem é melhor ou menos mau, mas são incapazes de analisar seriamente os problemas.
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terça-feira, abril 22, 2008
Dia 25 de Abril, em Guimarães: passeio pela liberdade
Vamos recordar em Guimarães, berço da Nação, as perseguições e a falta de liberdade de expressão que tem vindo a assolar o nacionalismo Português.
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Agenda PNR: dia 26 de Abril em Silves
O jantar-convívio terá a presença do presidente do partido, José Pinto Coelho.
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Agenda PNR: dia 26 de Abril em Loulé
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Lembrando Salazar
- 24 de Abril na Igreja do Vimieiro às 19h00
- 26 de Abril em Coimbra na Igreja de Nª Snra. de Lourdes às 18h30
- 27 de Abril em Lisboa na igreja dos Mártires (ao Chiado) às 12h00
Todos os interessados, consoante a situação geográfica e disponibilidade de deslocação, estão convidados a assistir a essas cerimónias religiosas.
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Novos livros
Estão disponíveis para quem os queira adquirir.
contactar http://www.oliveirasalazar.org/
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COMEMORAÇÕES: 28 DE ABRIL E 28 DE MAIO
28 de Maio (Revolução Nacional – 1926)
Os interessados em participar nos eventos que se irão realizar a propósito destas datas, deverão deixar um contacto em info@oliveirasalazar.org
http://www.oliveirasalazar.org/
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José Leite de Vasconcelos homenageado pelo Museu Nacional de Arqueologia
A exposição pode ser visitada no Museu Nacional de Arqueologia até 31 de Dezembro de 2008.
Nesta podem ver-se necrópoles romanas e paleocristãs que foram identificadas em duas fases diferentes pelos arqueólogos José Leite de Vasconcelos e Manuel Heleno, apresentando os diversos rituais funerários romanos e paleocristãos, e incluindo ainda um conjunto de achados arqueológicos em cerâmica.
José Leite de Vasconcelos (1878-1941), foi o fundador e primeiro director do museu. Manuel Heleno foi o segundo.
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Novidades na rede
Vão lá visitá-lo, e digam das vossas impressões.
Se houver por aí mais empreendimentos blogosféricos, façam o favor de me dizer para que os possa publicitar aqui.
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domingo, abril 20, 2008
CALDAS DA RAINHA: DIA DO TRABALHO NACIONAL
Marcha da Mocidade
Dia 25 de Abril, em Guimarães: passeio pela liberdade
Vamos recordar em Guimarães, berço da Nação, as perseguições e a falta de liberdade de expressão que tem vindo a assolar o nacionalismo Português.
Viana do Castelo Terra Portuguesa
Guimarães Nacional
Prisões de Abril
Feio Porco e Mau
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Três locais a visitar hoje
No Media - a informação alternativa que importa apoiar e desenvolver, para construir uma verdadeira rede global de informação.
Forum Nacional - faz hoje precisamente 4 anos. Vão lá cantar os parabéns ao Forum!
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sábado, abril 19, 2008
Já visto
A pequenez dos grupos transforma em ridículas as suas lutas internas, e os que se afastam "porque não se faz nada" conseguem fazer ainda menos do que faziam quando estavam no grupo "onde não se fazia nada". Os dirigentes confundem dirigir com expulsar, ordenar e julgar severamente qualquer falha... com excepção das suas."
(Ramón Bau, "Mitos y Manias a Dominar", Novembro de 2003)
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No Porto a 30 de Abril: "conferência da refundação" da Acção Nacionalista (Autónoma)
Assim, "tornando-se urgente dar um conteúdo completo e definitivo à nossa Carta de Princípios, ainda provisória e em debate, deliberou a Coordenadora da A.N.(A.), por maioria, realizar no próximo dia 30 de Abril uma Conferência de Refundação onde sejam de forma clara encerrados aqueles dossiers, reformular aspectos organizativos do Movimento, reforçar o caminho que se tem traçado e determinar uma agenda fiel à pluralidade de raízes que convivem no nosso ideal de um Socialismo Nacionalista Revolucionário (...)"
Na "conferência de refundação" será apreciada "uma proposta de reflexão e trabalho sobre a questão nacionalista".
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Sugestões de pesquisa
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Núcleo de Estudos Oliveira Salazar
- 24 de Abril na Igreja do Vimieiro às 19h00
- 26 de Abril em Coimbra na Igreja de Nª Snra. de Lourdes às 18h30
- 27 de Abril em Lisboa na igreja dos Mártires (ao Chiado) às 12h00
Todos os interessados, consoante a situação geográfica e disponibilidade de deslocação, estão convidados a assistir a essas cerimónias religiosas.
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sexta-feira, abril 18, 2008
Uns blogues para hoje
E outro, que não se fica só pelo que parece: Mote para Motim.
E ainda outro, que vale bem a pena ler: Um Homem das Cidades
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Dois textos sobre o julgamento de que agora não se quer falar
Outro datado de hoje, 18 de Abril de 2008: Liberdade em tribunal.
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Métodos de propaganda
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quinta-feira, abril 17, 2008
Agenda PNR: dia 26 de Abril em Silves
O jantar-convívio terá a presença do presidente do partido, José Pinto Coelho.
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Agenda PNR: dia 26 de Abril em Loulé
A conferência tem como objectivo apresentar os Núcleos de Faro, Loulé e Portimão.
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VECTOR
Trata-se do Grupo Vector, um movimento informal de alunos nacionalistas do Instituto Superior Técnico que proclama como principais objectivos a procura de novas formas de expressão e de agitação político-cultural. Jogam na ambição, na criatividade, na surpresa, na inovação.
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NO MEDIA
NO MEDIA PORTUGAL
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quarta-feira, abril 16, 2008
Criar imprensa nacionalista
Era tão bom que tivéssemos um jornal nosso!!! (ou uma rádio, ou uma televisão...)
Geralmente tomo uma posição que a quase todos parece paradoxal: estou inteiramente de acordo, mas... sou contra.
Como se explica o paradoxo? Muito simples. A necessidade apontada é real, o remédio proposto é uma ilusão.
Ao longo das últimas décadas o meio nacionalista produziu dezenas de títulos, entre jornais, boletins, revistas e sei lá que mais. Todos foram de duração efémera, e fracassaram ao fim de pouco tempo, e escassos números.
Neste momento, com pena o digo, caso se fizesse o mesmo o resultado seria o mesmo: outro fracasso (depois de grande desgaste pessoal, inútil, de dois ou três entusiastas que se sacrificariam).
As razões são de fundo, e sem as conseguir modificar não será posssível alterar este panorama. A verdade é que não temos gente para dar corpo a um projecto que se imponha, e também não existe público para o suportar.
As múltiplas tentativas, ao longo de todo o tempo que levo a observar, falharam sempre pelas mesmas razões. Nunca foi por força dos inimigos ( na realidade o inimigo não precisou de fazer força nenhuma). Foi por causa das fraquezas próprias.
Desde logo não existe colaboração em quantidade suficiente para manter uma publicação. Costuma dar para três ou quatro números, e depois os voluntários cansam-se. Além disso, não existe público, uma corrente de opinião suficientemente numerosa para por si mesma aguentar uma publicação periódica.
Um exemplo eloquente na imprensa escrita é o semanário "O Diabo", que por aí se arrasta sem colaboradores, sem anunciantes e sem leitores.
Como sabem todos os meus leitores (que são poucos) tenho sido sempre um ardente defensor da aposta na batalha da comunicação, na concentração de esforços na criação de uma rede informativa que permita superar o défice informativo que afecta e paralisa a área nacional.
Todavia, para isso é indispensável uma sadia dose de realismo. Utilizar o que existe, e saber crescer para patamares cada vez mais ambiciosos.
Por agora, como se compreende que queira manter jornais quem nem sequer tem capacidade para manter um blogue?
Se já é difícil alimentar com constância, ritmo e regularidade um blogue que se imponha na blogosfera imagine-se o que seria manter a produção necessária a outro tipo de periódico...
Não, o que é preciso por agora é criar tudo, desde o princípio, para que haja condições para se poder passar a uma fase mais avançada.
Sobretudo, e como prioridade, criar uma equipa capaz de produzir conteúdos que possam atingir os objectivos em matéria de "criação de opinião". Ter uma rede de opinião e informação solidamente implantada na internet, um número satisfatório de militantes aptos a desempenhar esse seu papel de jornalistas doutrinados e doutrinadores.
Se for possível criar essa geração de doutrinadores-militantes, então será possível construir o público destinatário (uma corrente de opinião disseminada na sociedade que tenha expressão quantitativa suficiente para consumir as publicações que lhe sejam dirigidas).
Mas não haja ilusões, sem que exista essa nova vaga de gente que escreva, e de preferência que escreva muito e bem, não poderá haver nada: não subsistirá publicação alguma, porque não haverá quem a faça, e não poderá formar-se um público próprio, por falta de conteúdos que criem essa tal corrente de opinião.
A minha análise não é pessimista, é realista e fruto do conhecimento do terreno. Com efeito, apesar dos lamentos que a esse respeito se ouvem às vezes, nunca houve dificuldade séria em fazer publicar qualquer trabalho escrito pela nossa gente, nem que seja um pequeno texto (desde que minimamente capaz e em português regular). Pelo contrário, o que há é falta de quem escreva e falta de textos para publicar (e sempre tem sido assim).
O que se impõe de momento, e este sim é um objectivo realista, é incentivar a formação dessa fornada de publicistas e intelectuais nacionalistas, de homens e mulheres que travem a batalha das ideias, que se habituem ao debate ideológico e à intervenção permanente na actualidade e no meio em que vivem.
Para isto, basta utilizar os meios disponíveis (todos eles carecidos de colaboradores e de colaboração). Não é preciso inventar coisas novas.
O que eu gostaria de pedir aos mais novos era sumariamente isto: escrevam, escrevam incessantemente, façam opinião e criem correntes de opinião. Publiquem e divulguem. Especializem-se no jornalismo e na militância cibernética. O resto virá por acréscimo (se tivermos gente e talento para o conseguir).
Este blogue aceita reforços (tem já quatro anos e uns meses, e tem vivido apenas do esforço de um único bloguista. Não mata, mas mói).
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Lugares da tradição
Destacamos os seguintes blogues, a quem encorajamos a que prossigam sem desfalecimentos:
A Casa de Sarto
"Tradição Católica"
"Ascendens"
"Gazeta da Restauração"
A Velha Ordem
Descobrindo
Nacional Cristianismo
Princeps Pater Patriae Est
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terça-feira, abril 15, 2008
Ecos na net
Recordam-se as fortes personalidade de Rafael García Serrano e de Carlos Eduardo de Soveral.
Gracias!
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Novos blogues
O Divisão Lusitana, um blogue centrado no Pinhal Novo - mais um bom exemplo da importância da implantação local ao serviço de uma estratégia nacional.
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segunda-feira, abril 14, 2008
Kosovo é Sérvia: notícias da conferência
Foram oradores Duarte Branquinho e Humberto Nuno de Oliveira.
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Líder do PNR apresenta partido no Algarve
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sábado, abril 12, 2008
"Kill the white people"????
Leia-se este trabalho sobre música racista largamente difundida em Portugal.
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Conselho Nacional do PNR
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Conferência de Adriano Moreira na SHIP
Desta vez será o Prof. Doutor Adriano Moreira a falar sobre "A Problemática Europeia".
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Sociobiologia
"Nos últimos posts tenho vindo a descrever sucintamente algumas tendências inatas do nosso comportamento. Baseei-me sobretudo em Edward O. Wilson, o fundador da sociobiologia, aproveitando a leitura do seu livro “Consilience” que recomendo a todos.
Estas tendências, ou regras epigénicas, resultaram de uma evolução de milhões de anos e chegaram até nós por selecção natural. Quem se interesse por assuntos sociológicos ou políticos não pode ignorar que a nossa espécie tem características determinadas a que chamamos natureza humana (NH). Lutar contra esta natureza, tentando impor utopias que passam por um homem novo, é uma chaladice que não merece um minuto de reflexão.
A natureza humana englobará certamente milhares de características relevantes. Edward O. Wilson, no seu livro, aborda apenas características essenciais, passíveis de demonstração empírica. Essas características são: A territorialidade, a selecção familiar, o investimento parental, a estratégia reprodutiva, o estatuto social e a contratualidade.
As ideologias políticas, para terem sucesso, têm de se encaixar na NH. É necessário protegermos e defendermos o nosso território, a nossa Pátria, com unhas e dentes, porque sem território as nossas tribos não sobreviverão. Temos de proteger a família enquanto veículo de reprodução da espécie. A única família válida é a que é constituída por um macho e por uma fêmea que se unem com o propósito sagrado de se reproduzirem, respeitando as estratégias assimétricas de cada sexo. Precisamos de elites e de líderes que sejam capazes de nos encorajar com as suas visões e exemplo. Por fim, precisamos de instituições que garantam o cumprimento dos contratos que livremente celebramos (Justiça)." (...)
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A vidinha
O advogado, revelou que era administrador “independente”, da Mota-Engil.
A um remoque de JPP, Lobo Xavier, adiantou algo como “lá vou fazendo a minha vidinha, o melhor que sei”.
Portugal, regressou aos tempos de O´Neill. Se é que de lá alguma vez saiu…
A vidinha, pois. A “vidinha tilintada em magros cobres” deste “país em diminutivo”, onde as pessoas se condenam ao “modo funcionário de viver”.
É uma vergonha? Claro, e os intervenientes da Quadratura serão os primeiros a reconhecer. Mas a vida é como é. A vidinha, claro. "
(José, na Grande Loja do Queijo Limiano)
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Conservar e sobreviver
Contra o mito da qualidade de vida, a sobrevivência tem que entrar no discurso político.
Porque é isto que hoje está em jogo. "
(Manuel Brás, em Revolução Conservadora)
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Informação alternativa
"Sempre se criticou a Internete por dizer respeito apenas ao intelecto e à imersão virtual, implicando uma atrofia do corpo e do interesse por relações reais. Mas com ela a velha consciência tragada pela mente individual foi expelida para a extensão do mundo real. A mente está aí convertida em bits e pode ser conectada por telefone, cabo ou onda. E o corpo que se imaginava imóvel, fixado em algum monitor, jorrou por todas as ruas do mundo cantando e dançando sua luta por novos modos de viver. Hoje em dia a Internet tornou-se um importante veículo de comunicação entre pessoas de todo o mundo. Usamo-la para tudo, desde conversas no MSN até para a realização de grandes contratos internacionais.
Diferentemente de outros meios de comunicação, a internete não pode ser controlada, o que a torna um paraíso para fraudes, crimes e afins.
Mas esta “falta de controlo" também impede que assuntos que desagradem a quem está no poder às custas da ignorância do povo sejam censurados ou filtrados de alguma forma.
Podemos enumerar três motivos para a internete ser cada vez mais uma importante ferramenta para divulgação da causa:
Ela tem custos de manutenção mais baixos que qualquer outra média; é uma acção silenciosa que o adversário não consegue dimensionar o poder de divulgação; e uma eficiente propaganda na internete acaba aprimorando a organização da campanha. Para um trabalho eficiente na net, o movimento precisa conhecer o público internauta. Os usuários da internete em Portugal, são em media um público jovem, constituem uma parcela da população que repudia o meio político e, por isso, uma actuação nesse grupo pode alterar essa imagem negativa. Alguns políticos ainda vêem a internete como um instrumento passivo; envio de boletins, manutenção de site, por exemplo. “É necessário usar a Internet de forma activa, que é a produção de informação.
A NO MEDIA pretende ser uma plataforma de informação independente que sirva todos aqueles que se opõem ao sistema.A tarefa que nos propomos cumprir não é fácil, já se começam a fazer ouvir as vozes discordantes nalguns sectores.
Não pretendemos agradar a Gregos e a Troianos, mas não nos vamos afastar um milímetro que seja dos objectivos traçados. Um portal independente que combata uma mentalidade exclusiva e limitada ao círculo de conhecimentos mais próximos e com uma tendência pouco produtiva de se promover apenas aquilo de que se gosta e ignorar o restante.
A nossa missão será tanto mais facilitada quanto todos aqueles que nos visitam colaborarem. Neste curto período temos contactado com agrado que foram já muitos os que divulgaram esta casa em blogues, sites e fóruns. Mas precisamos de mais. É essencial que façam chegar até nós as noticias os artigos os comentários."
Apoiemos o apelo do NO MEDIA!
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sexta-feira, abril 11, 2008
Sábado em Lisboa: conferência sobre o Kosovo
Assim, no próximo sábado, dia 12 de Abril, entre as 14.30 e as 17.00 horas, realiza-se no Hotel Diplomático, em Lisboa, uma conferência com o título "Kosovo é Sérvia - um grito contra a nova ordem mundial", tendo como oradores Duarte Branquinho e Humberto Nuno de Oliveira.
A entrada é gratuita e poderá ser uma excelente forma de ouvir as ideias e conhecer directamente as pessoas do PNR.
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Terra Identidade Resistência: reunião em Coimbra
A reunião é aberta, e estão convidados a participar todos os interessados.
Contactos: email: Coimbra@resistente.org
telemóvel: 9614888375
http://www.resistente.org/
http://almapatria-patriaalma.blogspot.com/
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quinta-feira, abril 10, 2008
Maio de 68
Comemoram-se este ano os quarenta anos de um dos mais virulentos ataques à nossa Civilização, perpetrado por jovens universitários, fruto do “baby boom” do pós II guerra, e a quem os pais marcados pelo horror da guerra cumularam de mimos como forma de compensar essa mesma experiência.
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O charme discreto da extrema-direita
É curioso acompanhar a forma como as televisões "cobrem" o julgamento de trinta e tal pessoas alegadamente extremistas de direita. Uso propositadamente o termo (extrema-direita) porque é assim que, invariavelmente, os jornalistas de serviço se referem ao assunto. Pouco se fala em crimes. Mostra-se, sim, um homem relativamente jovem, de óculos, com bom aspecto, que se dirige com manifesta tranquilidade ao colectivo de juízes. Mário Machado está também - ou sobretudo - a ser "julgado" politicamente e aproveita, como lhe compete, a circunstância. Os jornalistas relatam, aliás, intervenções políticas e não exactamente uma "defesa".
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quarta-feira, abril 09, 2008
Mais sobre o julgamento do século
Prepare for a shock BNP victory!
Atenção a esta previsão do Times sobre os resultados do BNP em Londres nas eleições do próximo dia 1 de Maio:
Prepare for a shock BNP victory: Forget Ken vs Boris - the real action is on the far Right
It is being said that the local elections on May 1 are a rather boring affair with the obvious exception of the battle between Ken Livingstone and Boris Johnson to be the mayor of London. The BNP, however, will be more interested in the Greater London Assembly than whether Red Ken or the Blue Blond wins control of the capital city. For the complex electoral method - the additional member system - used for the assembly means that any political party has a decent chance of winning one of the 25 seats at stake if it can accumulate 6 per cent or so of the vote in the party list section of the ballot paper.
This is far from an impossible target for the BNP. The last local by-election conducted in London was on March 20 at Gooshays in the Borough of Havering. The BNP had narrowly won it in May 2006 in something close to a statistical fluke but now had to defend it after the departure of its councillor. It was assumed that this might be a challenge for the BNP. Far from it. Its share of the vote went up from 28 per cent to 38 per cent. The Liberal Democrats, for the record, managed the singularly strange feat of finishing sixth.
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Levantemos a voz
Ultimo Reduto
Pena e Espada
Reverentia
Activismo Nacional
Suck and Smile
Manlius
Estado Novo
Lisboa Terra Portuguesa
Perante a vergonha, nunca serão demais as vozes que se ergam em defesa da verdade e da justiça. Os grandes meios de comunicação farão apenas desinformação, deformação, ou silêncio quando o embaraço for demasiado. Temos que utilizar todos os meios para denunciar a farsa política, montada desde o início nos círculos político-policiais que tudo decidiram, e que agora querem concluir rapidamente com um julgamento de fachada que não permita à opinião pública aperceber-se sequer da realidade que está por trás da encenação. A natureza política de toda a operação tem que ser insistentemente apontada e denunciada. Nenhuma voz é demais, nenhum esforço é demasiado. Este julgamento deve ser transformado numa enorme acusação pública contra o sistema que o promoveu. Que ninguém fique calado: o nosso silêncio cúmplice deixará passar a farsa.
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terça-feira, abril 08, 2008
Terra Identidade Resistência: reunião em Coimbra
Contactos: email: Coimbra@resistente.org
telemóvel: 9614888375
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O blogue do dia
segunda-feira, abril 07, 2008
Activismo no Porto
O dia correu da melhor forma, com o público a receber muito bem a caravana PNR.
Mais informações no Viana do Castelo Terra Portuguesa.
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Conferência sobre o Kosovo
Assim, no próximo sábado, dia 12 de Abril, entre as 14.30 e as 17.00 horas, realiza-se no Hotel Diplomático, em Lisboa, uma conferência com o título "Kosovo é Sérvia - um grito contra a nova ordem mundial", tendo como oradores Duarte Branquinho e Humberto Nuno de Oliveira.
A entrada é gratuita e poderá ser uma excelente forma de ouvir as ideias e conhecer directamente as pessoas do PNR.
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Uma rede informativa independente
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Palavra de ordem
"A verdade é que a internet é um espaço de liberdade que é muito mais difícil de censurar do que um jornal ou uma televisão. A grande vantagem da internet é precisamente permitir uma facilidade muito grande de criação de conteúdos. Eu se quiser, posso criar um blogue em 5 min., e posso ter 20, 30 ou 40 pessoas (isto só depende da qualidade da vossa escrita) a lerem-me. Posso colocar posts em foruns como os do Sapo, ou do Correio da Manhã, onde centenas de pessoas me podem ler. Com a acção de rua isto não é possível. Posso perder uma noite a colar cartazes, ou a distribuir panfletos, e no fim só vou atingir a mesma quantidade de pessoas, mas com um esforço em tempo e dinheiro muito maior. Como dizia o William Pierce, com a internet podemos ter uma audiência potencialmente tão grande como a CNN. Por outro lado a internet permite-nos fazer chegar a nossa mensagem a pessoas que pensam como nós, mas que se sentem sós, que pensam que são as únicas. Eu falo do meu caso pessoal, e com muitos de vocês se calhar passou-se o mesmo: o meu primeiro contacto com o Nacionalismo foi através da internet (.... )
A internet é um meio excelente de fazer chegar as nossas ideias a milhares de pessoas e com a vantagem de não serem deturpadas pelos media. A internet permite que pessoas que não se identificam com o actual sistema procurem e encontrem uma alternativa.
Um exemplo concreto: faço um panfleto muito bonito, muito bem escrito, sobre um tema muito importante, imprimo uns milhares, e vou distribui-los para o Campo Grande. Alguns milhares de pessoas vão passar os olhos por aquilo e depois deitam-no fora. Ou seja, perdi uma tarde, gastei uns cobres jeitosos e atingi, no total, meia dúzia de pessoas que leu aquilo com atenção, porque o resto limitou-se a passar os olhos e deitar ao lixo. Com a internet posso escrever exactamente o mesmo texto, colocá-lo nos foruns do Sapo, do Clix, do Correio da Manhã, etc, e vou ser lido por tantas ou mais pessoas, e vou ser lido com muita mais atenção, porque quem frequenta esses foruns fá-lo por gosto, e nao por obrigação. Por isso a internet é um espaço fundamental para espalhar as nossas ideias sem deturpações e é um optimo local para recrutar militantes." (...)
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Meditação para hoje
E damos connosco cansados, porque vemos que, por trás do suceder de personagens, de candidatos a chefes, de bobos e de traidores, tudo permanece: a injustiça, a miséria insidiosa, porque se instala lentamente, quase imperceptivelmente, mas de forma segura, e a humilhação de termos de mendigar a sobrevivência, numa Europa mercantilista, de luzes de néon e arranha-céus, que apenas nos olha como moeda de troca muito desvalorizada.
E damos connosco cansados, porque os dias passam iguais, sem chama que incendeie os espíritos, nem pedradas no charco. O processo de adormecimento das almas que está a ser praticado quer-nos fazer crer na normalidade de tudo o que acontece, na estabilidade do sistema e das ideias que o fundamentam.
Mas aqui está o problema: se queremos reencontrar o nosso fio histórico, a nossa identidade como nação livre e independente, temos de nos colocar fora das formas políticas que nos querem impôr, fora da lógica com que querem que guiemos os nossos pensamentos. Temos sobretudo de demonstrar que nada está normal, pois a própria essência da actual sociedade política se encontra viciada. Temos de saber ultrapassar a mera oposição a governos, a figuras políticas, a partidos, para nos unirmos na luta contra o erro fundamental do sistema.
Temos de nos organizar, de fazer ouvir a nossa voz e as nossas ideias. Por toda a parte temos de viver perigosamente, para que, reencontrado Portugal, possamos viver habitualmente, entre homens da mesma fé e parecer.
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PNR no Youtube
domingo, abril 06, 2008
Mais livros sobre Salazar
Trata-se de trabalhos centrados em temas ainda pouco explorados nos estudos até agora existentes sobre a figura e obra de Oliveira Salazar.
São eles:
"A FORMAÇÃO DE SALAZAR E O SEU TEMPO (1889-1926)", obra que tem por subtítulo "CADC: o Imparcial (1911-1919) e a formação politica, ideológica e doutrinária de Oliveira Salazar e o seu tempo".
"A CONCORDATA E O ACORDO MISSIONÁRIO DE SALAZAR", que tem por subtítulo "Brotéria: a Concordata e o Acordo Missionário de Salazar".
As duas obras foram editadas pela Via Occidentalis, e encontram-se já nas livrarias.
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PNR: Do Presidente aos Nacionalistas
Nas últimas semanas Portugal tem assistido a uma onda de violência mais intensa. Mais brutal.
A criminalidade e a insegurança não têm parado de crescer ao longo dos últimos anos. Os portugueses sentem-se inseguros e com medo. E têm evidentes razões para tal!
Contudo, para os governantes, toda esta criminalidade violenta não passa de uns quantos episódios esporádicos ou mesmo de suicídios… ainda que com três facadas no peito… Assim, além da falta de respeito para com a memória deste trabalhador português e seus familiares, atiram-nos areia para os olhos, escamoteando a realidade e “sossegando-nos” com os números e estatísticas habituais. Por isso, não vale a pena mudar-se nada, porque tudo “está bem”. Tudo está “sob controlo”.
Assassinam-se pessoas na rua: pouco se fala e nada se faz. Divulga-se uma imagem de indisciplina, violenta e surrealista, numa escola e faz-se disso um motivo de exploração até à exaustão.
Ao que parece, o “dá-me o telemóvel” é mais importante e preocupante do que o “dá-me a vida”.
Casos como o do telemóvel são, infelizmente, o quotidiano nas escolas portuguesas. São gravíssimos e chocantes! Só que este foi documentado e mostrou assim ao país que não é apenas a dona do telemóvel que ignora o que é educação e autoridade, como também o “repórter” e muitos outros elementos da turma.
O problema é que se continua a olhar apenas para episódios isolados. Olha-se para a árvore e esquece-se a floresta.
Este episódio de indisciplina, de total falta de respeito, de obediência e de ausência de valores ilustra bem o ambiente propício em que se geram os futuros criminosos, delinquentes, corruptos, etc.
Ou seja, a indisciplina e a falta de autoridade nas escolas, por um lado, e a criminalidade e insegurança nas ruas por outro, acabam por ser farinha do mesmo saco. São ambas a consequência do processo de destruição em curso, levada a cabo pelos sucessivos governantes e demais detentores do poder.
Quanto mais tempo passa, mais estes problemas se enraízam, se generalizam, e mais difícil se torna combatê-los. Mas os senhores do poder preferem dizer às pessoas “habituem-se…”, porque afinal tudo isto está “porreiro pá” e assim não mexem uma palha para mudar o que está mal. Não têm coragem nem vontade política para tal!
A sua coragem e a sua vontade esgota-se em perseguir os Nacionalistas criando para estes todas as excepções e originalidades mais incríveis, pois afinal, na sua pervertida opinião, somos nós, Nacionalistas, o “grande perigo” para o Estado.
José Pinto-Coelho
3 Abril 2008
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sexta-feira, abril 04, 2008
Área Nacional
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quinta-feira, abril 03, 2008
Em Coimbra: encontro promovido pela TIR
Telemóvel 961488375
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Uma nova antena informativa, um novo espaço de liberdade
Na batalha da informação é preciso dar tudo por tudo!
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Revista “Identitário”: lê e difunde!
Nacional (A reforma do ensino, Cimeira UE-África), Internacional (Kosovo: a necessária opção, Visto da Rússia), Vida associativa (Convenção identitária, Comunicados), Cultura (300: Esparta revisitada, Entrudo de Lazarim, Waldteufel), Entrevista (Kai Murros), Teoria (Porque somos identitários).
Para adquirir a revista deve-se contactar: correio@causaidentitaria.org
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quarta-feira, abril 02, 2008
PNR: 6 de Abril no Porto
A reunião, que contará também com a presença do Presidente do Partido, José Pinto-Coelho, visa alinhar estratégias comuns a curto e médio prazo, bem como a prestar esclarecimentos sobre as novas regras de actuação dos núcleos.
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PNR: 6 de Abril no Porto
As inscrições para o almoço deverão ser feitas para o telefone 96 437 82 25.
Da parte de tarde realiza-se uma acção de distribuição de propaganda em alguns pontos da cidade.
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terça-feira, abril 01, 2008
Continuar, sempre!
1 - É preciso multiplicar os pontos de encontro na net. Quantos mais forem, mais difícil se tornará o controle deles por parte do sistema, e menos dependentes ficam das contingências pessoais de cada um de nós.
2 - Onde quer que se manifeste um ponto de vista nacional, aí devemos marcar a nossa presença. Dos erros ou acertos de cada um o tempo fará a prova e o futuro trará o esclarecimento.
3 - Que cada um se empenhe, como numa guerra pessoal para a vida, nesta multiplicação das frentes de batalha na internet. Este é o campo que nenhuma rusga policial nem nenhuma campanha mediática podem eficazmente anular.
4 - A história regista os quarenta que falam, e não os quarenta mil que calam. Que a vossa voz nunca mais deixe de se ouvir, que oportuna ou inoportunamente ela esteja sempre presente e se erga onde e quando for possível, incessantemente.
5 - Viver é militar! O mundo só tem o sentido que nós lhe dermos.
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