terça-feira, maio 18, 2010
Do Presidente aos Nacionalistas | Maio de 2010
Por causa deste pacote, a semana passada foi encerrada com pedidos de desculpas e de compreensão; cínicos uns, arrogantes outros. E não podemos suportar a desculpa do Ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, de que a pressão internacional contra a “soberana” divina de Portugal, tenha obrigado a esta súbita decisão que vem agravar ainda mais o PEC e desmentir as habituais mentiras eleiçoeiras.
É meu entender, que nos jogos de bastidores - onde tudo está previsto e cozinhado, onde se combinam as melhores estratégias para se enganar as pessoas - foi aproveitada a vinda do Papa, que proporcionou a milhões de portugueses uns dias de alegria e esperança, para, neste momento de bálsamo, espetarem com o anúncio de tais medidas. Poderá assim, ter doído menos a recepção de péssimas medidas; poderão até, gozar ainda de umas semanas em que muitos portugueses vão estar entretidos e anestesiados pela Selecção “nacional” que, já não é Nacional - sendo de facto uma afronta a tal ideia – e que por isso, oxalá, tal distracção se resuma a breves dias… Mas voltando às medidas do pacote de injustiças, a verdade é que estas, para além da sua tomada de conhecimento, hão-de se sentir de facto na pele, e aí as pessoas vão reclamar a sério…
Pode o PSD pedir desculpas, chorando lágrimas de crocodilo, ou PS pedir compreensão, impondo-a como facto consumado, mas nós portugueses, nós nacionalistas, nós PNR, não as aceitamos.
Não vale a pena pedirem desculpa e compreensão!
Não desculpamos nem compreendemos que nos tenham metido na moeda única, submetido às teias do Banco Central Europeu e sujeitado às ordens de Bruxelas.
Não desculpamos nem compreendemos que se tenha delapidado as divisas e oiro herdados do anterior regime, torrado os fundos da EU e ainda nos tenham colocado na bancarrota.
Não desculpamos nem compreendemos que se devore o erário público com um despesismo desenfreado que em pouco ou nada serve os portugueses e que se tenha instalado a corrupção como prática normal e corrente.
Não desculpamos nem compreendemos que se tenham desmantelado os nossos sectores vitais de produção e de actividade económica, secando com isso as fontes de trabalho e de geração de riqueza e deixando-nos à mercê das esmolas e chantagens externas.
Não desculpamos nem compreendemos que o fosso gigante entre ricos e pobres seja a triste realidade, e que o desemprego, a falta de primeiro emprego e o emprego descartável sejam a angústia que bate á porta de milhões de famílias.
Não desculpamos nem compreendemos que haja no Portugal dito moderno e desenvolvido, dois milhões de portugueses a viver situação de pobreza e para além destes haja ainda uma legião de pessoas com pobreza envergonhada e camuflada, daquela que afecta também o sector dos que até têm emprego.
Não, Sr. Sócrates!
Não, Dr. Passos Coelho!
Não aceitamos nem compreendemos nada disso! Estamos fartos desta (des)governação e (des)vergonha!
O PNR sempre se opôs a estas políticas de submissão ao Federalismo Europeu (que faço votos que tenha os dias contados…) e a estas políticas anti-nacionais, de injustiça social, de roubo e corrupção. Agora, os (tristes) factos dão-nos razão.
As políticas que têm sido implementadas nas últimas décadas, falharam e falham porque não têm base de sustentabilidade. Porque em vez de se orientarem pelo interesse nacional, pelo bem-estar das pessoas e pelo progresso nacional, baseiam-se sim, na mais pura submissão a interesses sectários, mafiosos, de multi-nacionais, externos e da tirania financeira.
Os políticos, tal como os drogados que precisam de droga, precisam esses de votos. São “votodependentes”. Tal como os drogados que roubam os bens e a dignidade própria e dos seus em função da droga, também os políticos roubam o erário público e os valores da nação e da própria classe, metamorfoseando-se em “pulhiticos”.
Para terem votos e ganhar eleições e poder, “precisam” de mentir à boca cheia. E depois de colhidos os votos, precisam de alimentar toda uma tropa de amigalhaços, clientelas e correligionários que os mantenha no poder com mais votos. E para alimentar esta gentinha toda, precisam de criar leis que os satisfaçam, entra elas as leis da imigração e da nacionalidade, para que os capitalistas selvagens (seus clientes e financiadores) encham melhor o bandulho recorrendo a baixos salários. E, pior ainda, depois é o próprio estado a gastar rios de dinheiro, para comprar a “paz” social, desviando o dinheiro que devia trazer bem-estar aos portugueses para pagar casas e toda a sorte de subsídios a essa gente. E precisam também de dar outras contrapartidas aos clientes, como as da construção civil, megalómana, desajustada às necessidades do país, mas que enchem bem o olho, ou dos privilégios da banca, ou tantas outras.
Enfim, é este circo de trocas de favores que leva a que tenhamos um Estado gordo e consumista, à ruína das finanças públicas, à injustiça social, ao endividamento externo e a todo um rol de crimes e disparates que configuram o quadro em que hoje vivemos.
Exemplos destas perversões, prioridades absurdas e iniquidades são, entre tantos outros que se poderiam evocar, o de vivermos num país que pede sacrifícios às famílias super-endividadas mas distribui milhares de computadores às criancinhas, que pede sacrifícios aos trabalhadores sujeitos a tudo mas constrói TGV e a terceira ponte de Lisboa…
Eles não têm a menor autoridade para exigirem mais sacrifícios! Isso é escandaloso!
A solução para o estado de falência nacional, essa, passa por cortes drásticos nas despesas do Estado, por cortes drásticos na atribuição de subsídios a quem não merece nem precisa, por cortes drásticos nos tachos e mordomias dos políticos, pelo combate à corrupção, pelo fim do roubo, pela revitalização do trabalho e da produção nacional… Pela moralidade no serviço público! Enfim, passa, em última análise, pela profunda mudança de mentalidades e atitudes, pela profunda mudança de políticas e, necessariamente, por se correr com todos os responsáveis pela desgraça nacional!
José Pinto-Coelho
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segunda-feira, julho 23, 2007
Objectivo 2009
Os resultados obtidos nas intercalares de Lisboa demonstram claramente que, num combate muito difícil, o PNR está em crescimento. Importa agora caminhar para o nosso "Objectivo 2009".
Assim, em face do trabalho desenvolvido na última campanha, a Comissão Política do PNR, à qual presido, entendeu convidar Bruno Oliveira Santos, militante n.º 1 e Presidente da Convenção Nacional, para definir a estratégia até 2009, dirigir as campanhas respectivas e coordenar a revisão do programa do Partido.
Entendeu ainda a Comissão Política manter este blogue em funcionamento ao serviço do núcleo de Lisboa.
José Pinto-Coelho
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sexta-feira, julho 20, 2007
A política antinacional do estado
O programa de apoio à natalidade anunciado hoje por José Sócrates é constituído por medidas avulsas que visam somente mascarar a política anti-natalista do actual governo.
Esta política anti-natalista é bem representada pelo ministro da Saúde, Correia de Campos, que classifica a gravidez como "doença" e isenta de taxas moderadoras as grávidas que pretendem abortar, ao mesmo tempo que procura condicionar o exercício da objecção de consciência por médicos e enfermeiros.
Se o actual executivo estivesse mesmo interessado em incrementar a natalidade entre os portugueses, não teria agravado o Imposto Automóvel das viaturas de passageiros com mais de 5 lugares, nem imporia o pagamento de taxas moderadoras para as crianças menores de 12 anos.
O PNR defende a vida humana desde a concepção e reclama uma política de Família que ponha termo ao défice demográfico. No nosso país, o Índice Sintético de Natalidade atingiu, em 2006, o valor mais baixo de sempre (1,36). O governo, bem como os partidos do sistema, não só não parecem interessados em inverter a situação, como até a estimulam com práticas "multiculturalistas", que visam substituir a população original por imigrantes.
Comunicado CPN
20-07-2007
www.pnr.pt
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domingo, julho 15, 2007
Comunicado do PNR sobre os resultados eleitorais de Lisboa
Isto apesar dos debates a 11 sem o PNR, do constante bloqueio mediático e dos órgãos de comunicação que ostensivamente esqueceram a candidatura de José Pinto-Coelho, entre outras irregularidades que serão denunciadas às entidades competentes.
O PNR sai ileso destas eleições como uma força política em crescimento, com um discurso próprio e único, e arguindo valores e bandeiras que nenhuma outra força política representa ou defende: os valores e as bandeiras de Portugal, a independência nacional, os interesses dos Portugueses, o respeito da nossa História e Cultura.
A Comissão Política Nacional do PNR agradece a todos os lisboetas que votaram na opção nacionalista. É a contar com eles e com muitos outros que nos apresentaremos em próximas batalhas eleitorais, cada vez mais fortes e unidos.
http://www.pnr.pt/portal/index.php?option=com_content&task=view&id=347&Itemid=1
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sexta-feira, julho 13, 2007
Blogosfera e activismo
Do Pena e Espada:
Quando acho que sou pessimista, ligo ao BOS... Escrevo aqui esta frase que repito várias vezes, porque no meu regresso à blogosfera dei de caras com as razões para o absentismo blogosférico do Bruno.
Eu também esperava mais da blogosfera dita “nacional”, mas tenho que admitir que foi um excelente ponto de contacto e de debate, apesar dos egomaníacos, autopromotores e caluniadores do costume. Agora a coisa abrandou, perdeu a novidade e desceu na lista de prioridades. É bom que tenhamos presente que o activismo não se resume a um teclado. As ausências e o consequente esmorecimento da blogosfera nacional não espelham o estado da “área nacionalista”. Pelo contrário, nestes últimos tempos tenho assistido ao crescimento e fortalecimento do PNR. Partido alvo de muitas críticas, algumas com as quais estou de acordo, mas do qual nunca me desliguei. Entendo que é o nosso partido no combate político nacional e não são quezílias pessoais ou boatos infundados que o vão impedir de traçar o caminho necessário.
Integro a lista do PNR à Câmara Municipal de Lisboa e, como para o BOS, essa é a minha prioridade agora. Até Domingo só dá eleições nesta casa, não se admirem. A campanha tem sido óptima e temos tido uma projecção mediática e uma receptividade popular que de certo se vão reflectir nos resultados. Mas o mais importante não são os números, é ver a crescente militância em prol de ideias — as nossas ideias. Como disse ainda hoje a uma jornalista, durante uma acção de rua, estas eleições foram um teste que vencemos claramente. Apesar da falta de tempo, de meios e de dinheiro, o PNR conseguiu apresentar a sua candidatura e organizar uma campanha diária porque tem o mais valioso capital de todos: o esforço e dedicação dos seus militantes.
Quero ainda deixar aqui um forte abraço ao meu amigo e camarada José Pinto-Coelho, saudando-lhe a coragem e determinação com que defende Portugal e os Portugueses.
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terça-feira, julho 10, 2007
"Transformar Lisboa em capital da cultura lusíada"
O Partido Nacional Renovador é o único partido que defende Portugal e os Portugueses. Quase todos os restantes candidatos têm responsabilidades no estado calamitoso da cidade e do País. Lisboa é uma cidade insegura, com índices crescentes de criminalidade. O panorama da capital é desolador: obras embargadas, jardins sujos e devastados, lixo nas ruas, comércio tradicional em crise, trânsito caótico e bairros onde a polícia não entra. Para além disto, o município encontra-se em ruptura financeira. Impera a lógica dos lóbis, dos clientelismos e dos tachos, em favor de amigos e correligionários. A maior Câmara do País é o exemplo claro de que, neste sistema, os valores nacionais não valem nada e que, infelizmente, os interesses dos partidos estão sempre à frente dos interesses de Portugal. Votar no PNR é protestar contra esta situação infame. O PNR quer moralizar a gestão autárquica, repovoar a cidade e apoiar a Família, garantir a segurança dos lisboetas, e transformar Lisboa na capital da cultura lusíada.
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José Pinto Coelho no debate da RTP
segunda-feira, junho 11, 2007
Eleições em Lisboa
sexta-feira, fevereiro 09, 2007
Do presidente dos nacionalistas para todos os portugueses
No dia 11 de Fevereiro, mais do que a resposta a uma simples pergunta enganosa, aparentemente ingénua, está uma etapa na luta entre a civilização e a selvajaria: entre a cultura de Vida e a cultura de morte.
Para lá dos argumentos e razões de parte a parte – de ordem moral, ética, religiosa, sanitária, jurídica.. - muitos dos quais válidos e bem esgrimidos nos dois lados, está em jogo um verdadeiro choque de mentalidades, de filosofias de vida e de hierarquia de valores.
O meu voto é "Não"! E apelo aos Nacionalistas que votem também "Não" neste combate à cultura de morte da esquerda (com a cumplicidade da direita frouxa no parlamento) que defende e promove tudo o que é perverso e destrutivo, ainda que apoiados em alguns argumentos válidos... Por isso, não se deixem enganar e seduzir por falsas questões.
São esses mesmos esquerdistas, que se agarram sistematicamente à ciência para "justificarem" tudo, como por exemplo, a homossexualidade, "convertendo-a" de anormalidade em mera "orientação sexual"... Contudo, no caso do aborto, fazem tábua rasa da ciência, fazem vista grossa e passam ao lado de uma Vida humana existente no seio materno desde a concepção.
São eles mesmos que, ao liberalizarem o aborto até às 10 semanas, vão permitir que qualquer mulher o faça até às semanas que bem entender, em clínicas privadas - pago com o nosso dinheiro - pois para a negociata dessas clínicas de morte, todo o dinheiro que entrar é sempre bem vindo. - A senhora está de 20 semanas? Não há problema: diremos que está de 10... o negócio é o que nos importa.
É nosso dever lutarmos contra este retrocesso civilizacional!É nosso dever denunciarmos que os argumentos aparentemente razoáveis do "sim", são uma forma de encobrirem a barbárie!
É nosso dever lutarmos pela vitalidade do nosso povo, pelo nascimento de portugueses e pelo progresso da Nação.É justamente com os olhos postos nestes objectivos que se devem praticar as políticas e gastar o dinheiro público, e não na morte progressiva da Nação.
José Pinto-Coelho
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segunda-feira, janeiro 15, 2007
Sábado dia 20 de Janeiro
No mesmo dia, pelas 17 horas, realiza-se em Cantanhede uma reunião promovida pelo TIR.
Ainda no mesmo sábado dia 20, mas às 20.30, está previsto um encontro de nacionalistas da Zona Centro, em Coimbra.
São oportunidades para conviver, debater ideias e combinar o futuro.
Etiquetas: PNR
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